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A Pessoa com Deficiência e o Verdadeiro Desafio da Baleia-Azul – Vai Encarar?

A PESSOA COM DEFICIÊNCIA E O VERDADEIRO DESAFIO DA BALEIA-AZUL – VAI ENCARAR?

Fala povo lindo!

Você, como uma pessoa esperta que é, deve estar acompanhado todas essas discussões e notícias sobre o Desafio da Baleia-Azul.

Nós, do Blog Inclusão Diferente, não poderíamos deixar de nos manifestar nesse assunto, principalmente por verificar qual o motivo que leva uma criatura a participar de um desafio desses.

Essa questão só veio à tona quando se percebeu o fim do jogo e quando aqueles que queriam desistir da brincadeira passaram a ser ameaçados por pessoas de caráter e mentes duvidosas.

Ainda bem que também não deixaram de se perguntar o porquê um adolescente começa a seguir pessoas desse tipo.

Então, percebeu-se que os jovens que participam desse jogo têm perfil e comportamentos depressivos e outros transtornos de humor.

Seriam crianças, adolescentes e jovens com depressão, com ansiedade, com comportamento de isolamento ou que, por algum motivo, estivessem frustrados e desestimulados e, por consequência, desorientados da própria vida.

É claro que nem precisamos dizer que a responsabilidade disso tudo é dos próprios pais que, nos dias atuais, têm acompanhado o comportamento dos seus filhos bem de longe e, não raro, como meros espectadores.

A Pessoa com Deficiência e o Verdadeiro Desafio da Baleia-Azul – Vai Encarar?

Quando tomei conhecimento desse desfio, a primeira pergunta que me veio foi: “será que tem algum adolescente ou jovem da favela nesse desafio besta?”

A verdade é que ainda não sei a resposta completa para essa questão, mas arrisco a dizer que não.

Por que será?

Será que é por que esse público não tem completo acesso a tecnologia e as suas principais redes sociais estão nas ruas se relacionando de maneiras diversas e fora da realidade dos jovens da dita classe média.

A criança pobre não tem tempo para ficar se lamentando da vida porque não tem um game, uma roupa ou celular da modinha, não é mesmo?

Mas enfim!

O objetivo desse post, no entanto, não é fazer uma análise ou crítica à luta de classes. Na verdade, aqui a questão é outra.

O QUE VOCÊ ACHA DESSA QUESTÃO DO DESAFIO DA BALEIA-AZUL? DEIXE SEU COMENTÁRIO NOS DIZENDO O QUE PENSA A RESPEITO DESSE ASSUNTO QUE TEM MEXIDO COM O BRASIL.

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O QUE TEM A VER A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA COM O DESAFIO DA BALEIA-AZUL?



Como citado a cima, de acordo com as análises feitas, aqueles que aderiram a essa brincadeira, diga-se de passagem, de muito mal gosto, são jovens que se encontram, muitas vezes, em estado de isolamento social, com perfil depressivo e transtornos de humor diversos.

Levando em consideração esse cenário, comecei a trazer essa análise para nós, pessoas com deficiência.

Acredito que todos nós, em algum momento da vida, passamos por questões como essas: isolamento social, complexos, comportamentos depressivos.

É certo que muitos encontram-se nessa situação ou por falta de iniciativa ou por falta de incentivo e motivação.

Muitos de nós abraçam a depressão como amiga inseparável num mundo de preconceitos, rejeições e isolamentos.  E arrisco a dizer que não existe nenhuma pessoa com deficiência que não tenha passado por isso.

Mesmo os que atualmente possam estar mais resolvidos consigo mesmo, em algum momento do passado, tiveram suas noites de trevas.

Então, de acordo com o cenário traçado do Desafio da Baleia-Azul, nós, pessoas com deficiência seriamos presas fáceis para cair nessa rede do mal, não é mesmo?

Mas, e se encarássemos o desafio de outra forma?



Eu explico!

Os biólogos entendedores do assunto já afirmaram que a Baleia-Azul não tem nada de suicida, o que faz cair por terra o motivo da origem do nome do recente famigerado jogo. Mas, também essa não é a questão principal aqui.

O que eu quero dizer é:

E se ao invés de pensarmos nas características “ruins” da Baleia-Azul pensássemos em suas características positivas?

Vamos refletir!

O Maior Bicho Da Terra

Que tal se parássemos para analisar sua grandeza e “imperialidade” e adotarmos para nós esse poder de presença?

Quem seria capaz de nos intimidar ou nos rejeitar com toda essa grandeza instalada em nosso interior, nos tornando fortes e capazes de enfrentar qualquer adversidade, preconceito e rejeição?

O Bico Mais Barulhento Da Terra

Os cientistas dizem que a Baleia-Azul é o bicho mais barulhento da terra, pois ela consegue imitir um som de 188 decibéis. Bem alto, não é mesmo?

Então me diz aí!

Quem seria capaz de calar a nossa voz, se todos nós, verdadeiramente juntos, nos uníssemos para lutar por direitos, respeito, igualdade e justiça com o intuído de tirar todas as pessoas com deficiência dos calabouços da exclusão?

Nós, pessoas com deficiência, sabemos muito bem o que é estar vulnerável, ser rejeitado e viver sem perspectivas e sonhos.

Sabemos muito bem o que é enfrentar a escuridão interna e ter que superar o sentimento de querer morrer e acreditar que esse é único caminho de saída para tanta dor.

Por isso comecei esse texto perguntando se você tem coragem de encarar o verdadeiro Desafio da Baleia-Azul.

Responda aí, se tem coragem de se colocar grande, frente aos desafios que te aparecem todos os dias.

Responde aí, se tem coragem de gritar para o mundo do que você é feito e quais as grandezas que é capaz de realizar.

Responde aí, se as misturas de sentimentos que borbulham dentro de você ao invés de te fazer encalhar e morrer na praia, vão te levar para águas mais profundas e te fazer desbravar novos mares.

Responde aí, se tem coragem de encarar o verdadeiro Desafio da Baleia-Azul!

Queremos saber sua opinião, por isso participe ativamente deixando seu comentário e compartilhando esse texto com seus amigos.

Forte Abraço e que o sucesso te alcance!
4 Pontos Sobre a Lei de Auxílio-Inclusão que Você Precisa Saber

4 PONTOS SOBRE A LEI DE AUXÍLIO-INCLUSÃO QUE VOCÊ PRECISA SABER.

Olá, pessoal!


No texto de hoje vamos falar um pouco sobre a Lei do Auxílio-Inclusão que ainda está parada na Câmara dos Deputados.

Já tratamos do assunto em outros momentos, mas agora queremos falar do Projeto de Lei de autoria da Deputada Mara Gabrilli, que regulamenta a lei já prevista no art. 94 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa Com Deficiência, o (LBI).

Muitos ainda têm dúvidas sobre esse benefício, uma vez que, a LBI estabelece o direito, mas não traz uma regulamentação específica. Ou seja, não discrimina como o benefício se dará na prática e a quem de fato beneficiará.

Pois eh! O Brasil tem dessas coisas.

Precisamos de uma Lei para regulamentar outra Lei. Parece que ainda não aprendemos a ser práticos e diretos.

Mas enfim, essa é uma discussão para outro momento.

Ao final do texto deixe seu comentário para sabermos o que você pensa a respeito do Projeto de Lei e principalmente sobre essa demora em sua aprovação.
Quer receber artigos como esse gratuitamente direito no seu e-mail? Clique aqui e saiba mais.

Vamos à PL 2130/15, que institui o Auxílio-Inclusão à pessoa com deficiência que for inserida no mercado de trabalho de maneira formal ou como servidor público.

Mais a baixo descreveremos os principais pontos que compõe o projeto da deputada, mas, primeiro vamos entender o porquê temos na LBI um artigo que nos garante esse direito.

Por que uma lei de Auxílio-Inclusão?

Blog Inclusão Diferente

Todos nós temos vistos as brigas e discussões diárias sobre as questões que envolvem a previdência e suas possíveis reformas. Temos acompanhado apreensivos também as discussões sobre as reformas trabalhistas.

Temos ainda vistos o Brasil ser redescoberto em situações institucionalizadas de corrupção e falcatruas dentro do mundo político e de algumas grandes empresas inescrupulosas.

Tudo isso dentro de um cenário onde as pessoas com deficiência buscam ter seu “drama” pessoal amenizados por meio de um benefício ou outro que os governos, nas três esferas, eventualmente possam oferecer.

Atualmente vigora o Benefício da Prestação Continuada, o (BPC), que é destinado as pessoas com deficiência e os idosos que não podem trabalhar e que possuam uma renda per capita de no máximo ¼ do salário mínimo.

Entretanto, o BPC é suspenso quando a pessoa começa a exercer uma atividade remunerada. E é nessa situação que entra em ação o Auxílio-Inclusão.

Mas aí você pode perguntar: “Ahh! Eu vou perder meu benefício?”

Sim vai. Mas qual o problema?

O principal objetivo é promover a inserção no mercado de trabalho

Calma!

Antes que você comece a xingar e a odiar o Blog Inclusão Diferente, vou responder porque não vemos problemas na suspensão do BPC.

Um dos grandes dilemas que a maioria das pessoas com deficiência enfrentam é a “incapacidade” de trabalhar.

Veja que coloquei o termo incapacidade entres aspas.

Isso justamente para dizer que essa incapacidade não é da pessoa, mas sim do sistema em que vivemos onde, mesmo com a Lei de Cotas, temos vistos muitas pessoas com deficiência ainda sem trabalho regular.

Como entrar no mercado de trabalho é, muitas vezes, difícil, muitas pessoas acabam lançando mão de benefícios previdenciários e assistências para poder sobreviver.

Contudo, aquela vontade de se sentir útil, em muitos casos prevalece, e a pessoa acaba ficando no dilema de fazer de tudo para conseguir um emprego e ao mesmo tempo perder o benefício, já que em nenhum tipo de emprego existe a garantia que você ficará nele até se aposentar.

E então, o que fazer?

Deixar o BPC, conquistar um emprego, perder o benefício e quando for mandado embora ficar se nenhuma renda?

Pois eh! Parece meio tensa essa situação, não é mesmo? E de fato é! Não temos como negar.

Então, para estimular a inserção no mercado de trabalho, o Auxílio-Inclusão será disponibilizado justamente quando a pessoa estiver trabalhando formalmente. Ele objetiva permitir o custeio de despesas adicionais que muitos têm para exercer uma atividade profissional.

Isso vai lhes garantir a subsistência em igualdade de condições com os demais trabalhadores, pois poderão lançar mão de cuidadores, transportes diferenciados ou alguma tecnologia assistiva, por exemplo.

Claro que esse assunto é polêmico, e como tudo nessa vida, pode agradar alguns e desagradar a tantos outros.

Por isso, queremos que deixe seu comentário ao final do texto. Com sua ajuda poderemos fomentar esse debate e entender melhor o que de fato é o ideal para todas as pessoas com deficiência.

Aproveite e conheça o Blog Dinheiro em Casa, o primeiro blog brasileiro voltado a trabalho e renda, a partir de casa, para pessoas com deficiência.


Conheça agora o Artigo 1º que estrutura o Projeto de Lei 2130/15

Art. 1º Fica instituído o auxílio-inclusão, benefício de caráter indenizatório, a ser pago a toda pessoa com deficiência que exerça atividade remunerada que a enquadre como segurado obrigatório do Regime Geral de Previdência Social ou como filiada a Regime Próprio de Previdência dos servidores públicos de todas as esferas de Governo.

§1º O valor do benefício dependerá da avaliação da deficiência e do grau de impedimento para o exercício da atividade laboral, não podendo ser inferior a cinquenta por cento do salário mínimo.

§2º O auxílio-inclusão não poderá ser acumulado com prestações pagas a título de aposentadoria, exceto se a pessoa com deficiência continuar ou retornar ao exercício de atividade remunerada, nos termos do caput deste artigo.

§3º O Benefício de Prestação Continuada da pessoa com deficiência que passar a exercer atividade remunerada e receber o auxílio-inclusão será suspenso, voltando a ser pago, independentemente de perícia médica, em caso de rompimento da relação de emprego.

§4º Na hipótese de a pessoa com deficiência ter direito ao seguro-desemprego após o rompimento da relação de emprego, o pagamento do Benefício de Prestação Continuada só será reativado findo o pagamento daquelas parcelas, assegurado o direito de opção.

Bom Galera!

A estrutura básica da Lei de Auxílio-Inclusão é essa.

Como dissemos, esse benefício pode, em algum momento, gerar desconforto a alguns e grande contentamento a outros.

De que lado você está? Qual a sua maior preocupação sobre esse tema?

Deixe seu comentário e nos enriqueça com sua opinião.

Divulgue para seus amigos esse texto, para que eles também saibam que tem direito a esse benefício, ok?

E continue seguindo o Blog Inclusão Diferente nos canais abaixo:


Até mais! Forte Abraço!
A PESSOA COM DEFICIÊNCIA NÃO NAMORA. DE QUEM É A CULPA?

A PESSOA COM DEFICIÊNCIA NÃO NAMORA. DE QUEM É A CULPA?


Olá, pessoal! Tudo bem?

Estamos aqui, novamente, para falar de um assunto que, vira e mexe, voltamos a ele, pois esse é um dos temas que mais acompanha a humanidade: os relacionamentos, os namoros, as ficadas, os xavecos e os afins.

Queremos saber: A Pessoa Com Deficiência Não Namora. De Quem É A Culpa?

Para nós, Pessoas com Deficiência, assuntos como namoro e sexualidade são ainda mais constantes, pois trazemos a crença de que ninguém vai gostar da gente.

O estigma da triste infelicidade de ter nascido ou adquirido um corpo “imperfeito”, fora do que a sociedade estabelece como padrão, nos persegue continuamente.

Então, diante desse cenário muitos, resolvem assumir a posição de vítima e considerar a possibilidade de que nunca, jamais, em tempo algum, alguém, principalmente um não-deficiente, vá se interessar por ele (a).

Na outra ponta, temos aquelas pessoas que resolveram não focar em suas deficiências e limitações e simplesmente passaram a viver a vida como ela é, vivendo “muito bem, obrigado!”.

Para essas pessoas se relacionar, seja em relações duradouras ou em relações casuais, é algo que acontece naturalmente, como a qualquer pessoa comum.

Então, vem aquela famigerada pergunta:

Por que algumas Pessoas com Deficiência não conseguem se livrar da vitimização e ter uma vida normal enquanto outras vivem como pessoas comuns?

A Pessoa com Deficiência não Namora. De quem é a Culpa?

Não que inseguranças, medos e receios não estejam presentes nesse segundo grupo de pessoas. Certamente elas também têm suas questões internas e querem resolver e superar todas elas.

Mas, o que leva elas a terem um comportamento diferente das outras que não conseguem se livrar do auto preconceito?

Nós, aqui do Blog Inclusão Diferente, queremos saber sua opinião.

Elaboramos uma pesquisa para que nos diga o que você acha que leva as pessoas a adotarem a condição de coitadas no que diz respeitos aos relacionamentos?

O problema está nelas mesmas ou não?

A culpa é somente da sociedade que tem em si o preconceito implacável do qual não abre mão?

De quem deve partir a inciativa de quebrar isso? De nós, Pessoas com Deficiência, ou da sociedade que não sabe o que sentimos de fato?


Clique no botão da pesquisa e deixe sua opinião a respeito desse assunto que nos acompanha continuamente.


Nos próximos posts relacionados a esse assunto, traremos o resultado da pesquisa para que você também fique por dentro.

Aguardamos a sua interação.

Forte abraço!
A Justa Condição para Namorar uma Pessoa com Deficiência

A JUSTA CONDIÇÃO PARA NAMORAR UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA


Olá pessoal!

A coisa mais interessante no Blog Inclusão Diferente é a capacidade de tratar de assuntos diversos no que diz respeito a Pessoa com Deficiência.

Muitos desses assuntos são amplamente tratados aos montes nos vários sites e blogs espalhados na internet, contudo a nossa principal característica é a habilidade de falar de forma mais franca e sem hipocrisia. E o debate, dessa vez, se deu no campo do relacionamento.

E uma das principais questões levantadas foi a seguinte: Em que condições se daria um namoro com uma Pessoa com Deficiência?

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Se você não possui uma deficiência e está lendo esse texto, quero deixar claro uma coisa: “Sim! Nós Pessoas com Deficiência namoramos e gostamos muito disso”.

A maioria da sociedade acredita, por uma burrice cultural, que nós somos seres assexuados e que não temos desejos e nem hormônios em ebulição nos nossos corpinhos.

Mas nem vou entrar nessa questão agora, pois só esse assunto dá outro post, para não dizer um livro.

Mas, você que é deficiente como eu, sabe, muito bem, o quanto é gostoso estar com alguém que nos aceite, nos respeite, nos ame, nos deseje e queira estar junto de nós o tempo todo, independentemente da nossa condição física ou sensorial.

Porém, muitos deficientes passam a vida lamentando que não conseguem “se arranjar” nos relacionamentos e alegam o preconceito alheio para essa situação de “abandono e solidão”.

Hummm! Será mesmo?

A Justa Condição para Namorar uma Pessoa com Deficiência

Claro que não vou ser leviana em não admitir que o preconceito e rejeição dos “não deficientes” não existam. Existem sim e, quando nos deparamos com ele, a superação é bem pesada.

Será que o preconceito que existe dentro de nós mesmos não é pior, o mais cruel e o que realmente nos impende de ter uma vida plena?

Eu acredito que exista uma condição para namorar uma Pessoa com Deficiência e essa condição nada tem a ver com terceiros e sim com cada um de nós.

Na verdade o que quero dizer é que muitos “não deficientes” não nos aceitam por nossa própria responsabilidade.

Quer ver? Então, fala aí!

Em tempos de redes sociais, sites de relacionamentos e chats voltados para esse fim, quem nunca tentou começar a namorar virtualmente?

Mas agora a pergunta mais importante: Em quantos perfis, nessas plataformas, você se identificou como Pessoa com Deficiência?

Se você deixou para dar o susto na pessoa apenas no primeiro encontro como não esperar ser rejeitado?

Se você não se aceita como esperar que alguém tenha orgulho de estar ao seu lado?

Isso não faz o menor sentindo.

A Justa Condição para Namorar uma Pessoa com Deficiência

Aprendi uma coisa ao longo da vida: As pessoas gostam de quem gosta de si mesmo, independentemente da sua condição física ou sensorial.

E vamos admitir: Pessoa em posição de vítima é um porre!

Então a condição para namorar uma Pessoa com Deficiência é o reconhecimento de si mesmo. Claro que não é legal ser deficiente. Quem diz isso não tem o menor juízo, mas é o que tem para hoje.

Sendo assim, enquanto você ficar se escondendo em suas próteses e adendos ou algo que o valha é melhor deixar de culpar a terceiros por estar sem ninguém.

Desse modo, se olhe no espelho e assuma sua condição. Tenho certeza que as portas do romance ficarão mais largas para você.

Mas essa é apenas a minha opinião.

Deixe seu comentário para que possamos saber o que você considera uma justa condição para namorar uma pessoa com deficiência.

Vamos debater sem medo ou ilusões, ok?

Forte Abraço!
Você Namoraria uma Pessoa com Deficiência?  Claro que Sim, Só que Não!

VOCÊ NAMORARIA UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA? CLARO QUE SIM, SÓ QUE NÃO!


Você namoraria uma pessoa com deficiência?

Pense bem antes de responder. Seja sincero com você mesmo.

Volto a pergunta: “Você namoraria uma pessoa com deficiência?”

Para você não tentar me enrolar, agora, falando que não sabe, é algo pessoal, tem que rolar química, sentimento e blablablá.

Vou esclarecer e simplificar a questão.

Você está em uma balada, vê uma pessoa bonita, atraente, interessante e descobre que a pessoa tem uma certa dificuldade para andar.

E aí, você vai ficar com a pessoa?

Outra situação!

Com a internet, os aplicativos para conhecer pessoas, você conhece alguém. Passam dias conversando, o papo é ótimo, tudo é incrível, as fotos são lindas, tudo perfeito!

Então, vocês marcam um encontro. E já lá, descobre que a pessoa tem uma deficiência, é cadeirante.

E aí, como fica?

Você se permite, continuar conhecendo a pessoa?

A cadeira de rodas é algo que não é determinante e isso não te impede de ter qualquer coisa com a pessoa? Ou a cadeira, é sim, uma grande barreira e não rola nada mesmo?

E aí, te pergunto: “Qual é a sua reação?”

Sem hipocrisia. Não queremos julgar.

Você pode não querer ter um alguém com alguma deficiência, não te atrai ou você quer do seu lado, uma pessoa sem nenhum limite aparente. Beleza!

Você tem todo direito de escolher, ficar, casar com quem você quiser. No entanto você tem que ser honesto, franco, não fazer um belo discurso, porque é moralista e, na prática ser um outro ser humano, completamente diferente, o oposto.

Agora, aproveitando o assunto, você que acha que não tem jeito de ter um relacionamento com uma pessoa com deficiência, sem problemas!

Mas, se você tiver a oportunidade de conhecer, conversar, ter algum tipo de relacionamento com alguém com deficiência, se permita.

Vá conhecer de fato, veja como é. Te garanto que vai quebrar vários paradigmas. Perceber que a limitação nem sempre é aquilo que você pensa que é e, talvez, descubra que tem mais limitações do que a própria pessoa com deficiência.

Enfim, não faça um discurso politicamente correto, apenas porque é bonitinho e está na moda. Seja verdadeiro.

No entanto, se for capaz e forte o suficiente, deixe se permitir conhecer o novo.

Isso sempre faz a gente aprender, se desenvolver e se transformar, para melhor e ainda diminui e muito o preconceito.
Contribui para o texto Carolina Câmara.

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