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ENEM 2017 INOVA E FACILITA A VIDA DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Candidatos com deficiência auditiva terão tradutores durante o Enem

Os candidatos com deficiência auditiva contarão com tradutores nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017, informou o Ministério da Educação (MEC). Serão pessoas especializadas na Língua Brasileira de Sinais (Libras) e vídeos explicativos durante as provas.

A adaptação é experimental e avaliará se esse tipo de auxílio realmente ajuda os estudantes. As provas dos participantes que necessitam desse tipo de atendimento serão realizadas em salas adaptadas, separadas dos demais candidatos. Cada sala contará com seis participantes e dois intérpretes, que esclarecerão dúvidas que não interfiram nas respostas das questões.

ATENDIMENTO ESPECIAL

O Enem oferece atendimento especializado e específico para candidatos que declararem, no ato da inscrição, ser portador de alguma necessidade especial. Pela primeira vez, estudantes surdos terão acesso às questões do Enem traduzidas na Língua Brasileira de Sinais (Libras) via vídeo. Serão disponibilizadas salas adaptadas para os participantes, que deve indicar na inscrição se deseja participar. Também estarão disponíveis tradutores para esclarecer dúvidas pontuais.

A solicitação de uma hora a mais de exame - antes feita mediante o preenchimento de um formulário - agora será realizada na inscrição, com a apresentação de laudo comprovatório da deficiência ou condição necessária. Ainda será oferecido atendimento a pessoas com baixa visão, cegueira, deficiências físicas, auditivas, intelectuais, dislexia, autismo ou outras condições especiais. O atendimento específico, por sua vez, é oferecido a gestantes, lactantes, idosos e estudantes em classe hospitalar.

O Enem 2017 acontece entre os dias 5 e 12 de novembro. As inscrições começam às 10h do dia 8 de maio e terminam às 23h59 do dia 19 de maio. A taxa de inscrição custa R$ 82 e deve ser paga até o dia 24 de maio.
Fonte: Universia
O que você acha que pode ser feito para que, cada vez mais, inovações para as pessoas com deficiência aconteçam em eventos promovido pelo governo?
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ACESSIBILIDADE NAS ESCOLAS BRASILEIRAS É SONHO DISTANTE

ACESSIBILIDADE NAS ESCOLAS BRASILEIRAS É SONHO DISTANTE

Acessibilidade das escolas é falha

Menos de um quinto das escolas públicas do Grande ABC, sejam elas sob responsabilidade das prefeituras ou do governo estadual, possuem condições adequadas de acessibilidade para receber alunos.

Levantamento do Diário com base no Censo da Educação Básica de 2015, o mais recente, indica que, dos 808 prédios existentes entre as sete cidades, apenas 135 oferecem estrutura com rampas de acesso, corrimão ou elevador e sinalização podotátil para deficientes visuais, por exemplo. Vale lembrar que ao menos 20,3 mil estudantes do Grande ABC têm algum tipo de deficiência, o correspondente a 3,69% do total de matrículas.

Embora tenha sido observado avanço em relação aos números de 2010, quando apenas 2,48% das unidades de ensino estavam aptas a receber estudantes com deficiência – o que corresponde a 19 das 764 escolas existentes à época, o cenário é preocupante. Isso porque uma das estratégias da meta 7 do PNE (Plano Nacional da Educação) – lei 13.005/14 –, relacionada à infraestrutura, determina que todas as escolas públicas de Educação Básica garantam a acessibilidade às pessoas com deficiência até 2024.

                                                                             
Entretanto, municípios e Estado já descumprem a lei 10.098/10, que dispõe sobre a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos. Conforme a determinação, os edifícios devem dispor de ao menos um banheiro acessível e estarem livres de barreiras arquitetônicas.

Entre as sete cidades, São Bernardo foi a que mais avançou na questão da acessibilidade nas escolas entre 2010 e 2015, tendo em vista aumento de 14 para 50 o número de unidades adaptadas. O município é seguido por Santo André, que ganhou 27 prédios acessíveis no período (veja mais na arte abaixo).

Na comparação entre a estrutura ofertada pelas redes municipal e estadual, a diferença é pequena. Das 341 unidades de ensino existentes sob responsabilidade do governo do Estado, apenas 70 estão adaptadas (20,52%). Já entre os 467 prédios administrados pelas prefeituras, somente 65 apresentam condições ideais de acessibilidade, o correspondente a 13,91%.

PREJUÍZOS

Não ofertar unidade de ensino acessível significa privar o estudante com deficiência de utilizar todos os ambientes da escola, ressalta a professora do curso de Pedagogia da USCS (Universidade Municipal de São Caetano) Cintia Pataro. “No dia a dia a gente acaba fazendo adaptações, como colocar o aluno cadeirante em sala no térreo. Infelizmente, não temos como esperar pelas melhorias de infraestrutura, como instalação de rampas, elevador, que dependem de verba e demandam tempo”, observa.

Administrações destacam ações para avançar

As prefeituras e o Estado destacaram atender toda a demanda de estudantes com deficiência na rede pública, embora ainda não ofereçam condições físicas ideais em 100% das unidades de ensino.


Santo André ressaltou que 83% das escolas sob gestão municipal possuem acessibilidade. Além disso, o Paço diz realizar adequações necessárias nas unidades não acessíveis com objetivo de tornar a frequência do aluno possível.

Em São Bernardo, o esperado, conforme a Prefeitura, é que todas as escolas tenham estrutura adaptada até o fim de 2020. Hoje, 60% das unidades municipais atendem alunos com deficiência física, mental ou intelectual.

Mauá lembrou que tem até 2025 para cumprir a meta de acessibilidade total nas escolas, segundo o Plano Municipal de Educação.

Ribeirão Pires destacou que firmou TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com o Ministério Público para que todas as unidades sejam acessíveis em prazo de três anos. Já Rio Grande da Serra ressaltou preocupação com o tema, mas não informou prazos e projetos.

Diadema e São Caetano não se pronunciaram a respeito do tema. A Secretaria Estadual da Educação diz ter firmado TAC com o Ministério Público em 2014 para que todas as unidades estejam plenamente acessíveis em um prazo de 15 anos. Na região, 64 obras estão em fase de projeto para acessibilidade.
Fonte: Diário do Grande ABC

Quando você acha que alcançaremos as condições necessárias de acessibilidade em nosso país? Deixe seu comentário! Queremos saber sua opinião!
5 DIREITOS QUE A LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO GARANTE AO DEFICIENTE

5 DIREITOS QUE A LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO GARANTE AO DEFICIENTE

VOCÊ CONHECE OS DIREITOS MAIS IMPORTANTES DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA?

Advogada especialista esclarece os benefícios assegurados pela Lei aos portadores de necessidades especiais

São Paulo, 25 de abril de 2017 – As pessoas com deficiência ou portadoras de necessidades especiais têm direito a benefícios assistenciais que, por vezes, elas mesmas não conhecem.

A maioria desses benefícios pode ser encontrada na Lei 13.146/15, a chamada Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), que toma como base a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, chancelados em Nova York em 30 de março de 2007.

Um dos principais empecilhos para os portadores de necessidades especiais não lutarem por seus direitos é a dúvida se seu impedimento se enquadra no perfil considerado para a concessão dos mesmos, mas segundo a Dra. Claudia Nakano, sócia-fundadora do Nakano Advogados Associados, pela lei, não há razão para questionamentos.

“O estatuto define como pessoa com deficiência o cidadão que possui limitações físicas, mentais, intelectuais ou sensoriais duradoras, que o impeçam de viver socialmente de forma plena e ativa nas mesmas condições das outras pessoas”, descreve a advogada.

Veja quais são os direitos mais importantes dessa população

Amparo Assistencial/ BPC-LOAS – Também conhecido como Benefício da Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (Lei 8.742, assegura a disponibilização de um salário-mínimo a pessoas com deficiência e idosos com mais de 65 anos, cuja renda por pessoa da família seja inferior a ¼ do salário-mínimo (art. 20, parágrafo 3°). “Para informar-se sobre a solicitação deste benefício, os interessados devem procurar uma agência da Previdência Social”, destaca a Dra. Claudia Nakano.

Transporte gratuito – Em algumas cidades do país, como São Paulo, as pessoas com limitações físicas, mentais, auditivas ou visuais, além de idosos, têm direito ao passe livre no âmbito municipal (linhas de ônibus) e metropolitano (metrô e trem). “O transporte gratuito na Cidade de São Paulo é garantido nos veículos públicos municipais (ônibus, micro-ônibus) e metropolitanos (metrô e CPTM) para pessoas com deficiências física, mental, auditiva ou visual e também para os idosos. Para pessoa gestante ou obesa, é permitido apenas o desembarque pela porta dianteira, havendo cobrança normal de tarifa”, salienta a especialista. Pessoas com deficiências física, mental, auditiva ou visual comprovadamente carentes têm direito ao passe livre interestadual por ônibus, trem ou barco, incluindo o transporte interestadual semiurbano (sem direito a acompanhante gratuito), emitido pelo Governo Federal.


Tratamento Fora de Domicílio (TFD) – Caso os recursos de saúde (diagnóstico e tratamento) do município onde o portador da necessidade especial reside não sejam suficientes para atendê-lo, ele poderá ser atendido em outra cidade ou até em outro estado. “Este benefício poderá ocorrer mediante o fornecimento de transporte e hospedagem, inclusive para acompanhantes, quando necessário”, explica Dra. Nakano. Vale ressaltar que o TFD é garantido apenas aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Seguro DPVAT – Se uma pessoa ficar permanentemente inválida por causa de um acidente de trânsito, ela ou seu beneficiário terão direito a solicitar e receber uma indenização de até R$ 13.500,00 e, também, o reembolso de gastos médicos comprovados que somem no máximo R$ 2.700,00. Esses benefícios são garantidos pelo seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), que visa indenizar as vítimas de acidentes de trânsito em Território Nacional ou seus beneficiários. “O procedimento para solicitar o pagamento indenizatório é simples e não exige intermediação. É necessário procurar a atual seguradora responsável pela administração do DPVAT”, avisa a advogada.

Cartão DeFis – DSV – Os portadores de necessidades especiais com mobilidade reduzida podem estacionar gratuitamente seus veículos em locais públicos e regiões sujeitas a cobranças de taxas, em vagas reservadas para eles. Este benefício é concedido por meio do cartão DeFis – DSV, que deve ser colocado em local visível no veículo. “Para solicitá-lo, o beneficiário deve procurar os órgãos de trânsito de seu estado”, orienta a Dra. Claudia Nakano.

Ainda existem alguns direitos voltados de forma especial às pessoas com mobilidade reduzida, situação causada, muitas vezes, por uma deficiência. São alguns deles o direito à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Especial, a Isenção do pagamento de alguns impostos, como IPVA, ICMS, IPI e IOF, e a liberação do rodízio.
Fonte: Jornal Dia a Dia

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O GOVERNO ACORDOU! LEI DE COTAS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA É AMPLIADA

PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SERÃO INCLUÍDAS NA LEI DE COTAS

Decreto assinado pelo presidente Michel Temer garante a reserva de vagas em instituições federais de ensino. Medida valerá para o próximo Sisu

Quase cinco anos depois da lei que instituiu as cotas nas universidades e institutos federais do país para estudantes de escolas públicas, de baixa renda, negros, pardos e indígenas, um novo grupo será contemplado.

Decreto incluindo os deficientes na reserva de vaga foi publicado ontem no Diário Oficial da União (DOU). De acordo com o Ministério da Educação (MEC), as novas regras já valerão para o próximo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), no segundo semestre.

Em Minas Gerais, dados da Secretaria de Estado de Educação (SEE) mostram que 100 mil estudantes do ensino básico têm diagnóstico de alguma deficiência.

As mudanças no Decreto 9.034/2017, assinado pelo presidente Michel Temer e pelo ministro Mendonça Filho, regulamentam a Lei 12.711/2012. O MEC vai editar, no prazo de 90 dias, os atos complementares necessários à aplicação dos critérios de distribuição das vagas. Enquanto essas normas não forem publicadas, vale “a sistemática adotada no concurso seletivo imediatamente anterior”, diz o texto.

O documento prevê que a quantidade de vagas seja, no mínimo, “igual à proporção respectiva de pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência na população da unidade federativa onde está instalada a instituição”, de acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o levantamento de 2010, o Brasil tem 24% da população com alguma deficiência. Em Minas, dos 19.597.330 habitantes, 1.651.673 declararam ter uma deficiência visual, auditiva, motora, mental/intelectual – o correspondente a 8,4% da população mineira.


A diretora de Educação Especial da SEE, Ana Regina de Carvalho, afirma que a inclusão demorou. Para ela, um único motivo explica por que os deficientes não foram incluídos já no início da Lei de Cotas. “Talvez por um ranço cultural, por entenderem que as pessoas com deficiência não chegariam à universidade ou à formação de nível técnico”, diz.

“Em temos de escolarização e percurso educacional, essas pessoas chegam, sim, à universidade. No nível profissionalizante e técnico também. Há muitos, inclusive, com deficiência intelectual, que é o segmento mais historicamente desacreditado”, acrescenta. Ela ressalta que a revisão da lei vai ao encontro de uma realidade e de uma demanda que está posta e traduz como um direito que passa a ser respeitado.

Vitória Formada no ensino médio e aluna do curso técnico de massoterapia, Josiane Ferreira Marques de Souza, de 20 anos, aluna do Instituto São Rafael, no Barro Preto, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, considera uma vitória a inclusão dos deficientes na Lei de Cotas. Cega, ela fará o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pela primeira vez este ano e tentará uma vaga em instituição de ensino superior pelas cotas. “É a oportunidade de haver mais deficientes nas universidades. Somos capazes como qualquer outra pessoa e temos direito a essa reserva de vagas”, relata.


Embora a mudança já possa valer para a próxima edição do Sisu, na Universidade Federal de Minas Gerais os impactos ocorrerão somente no ano que vem. Isso porque a maior instituição de ensino superior do estado tem entrada única e seleciona, com o primeiro Sisu de cada ano, os alunos que estudarão no primeiro e no segundo semestre.

Três perguntas para Andrea Ramal, doutora em educação pela PUC-Rio

Era necessário contemplar também esse público?
Sim, a inclusão me parece oportuna. Certas minorias, como é o caso das pessoas com deficiências, têm sido sistematicamente esquecidas no país. Sou a favor de cotas desde que seja com período de vigência (exemplo 10 anos, 15 anos etc.), porque o ideal seria chegarmos a uma sociedade em que isso não seja preciso, porque todos tiveram as mesmas condições e oportunidades. Importante lembrar que não basta criar a cota, é preciso ter as condições de atendimento a este público. Caso contrário, ele ingressa, mas acaba desistindo. Isso seria uma “inclusão excludente”.

Por que deficientes ficaram de fora quando a lei foi implementada?
Uma explicação possível é a diversidade quando falamos em pessoas com deficiências. Podemos falar de um cadeirante ou de um deficiente visual, que têm necessidades bem diferentes. Não considerá-los na primeira fase da implementação da lei era, de certo modo, um comodismo.

Que impactos esse decreto pode trazer de imediato?
Vai ser um modo de acelerar as adaptações das universidades, tanto no que se refere à estrutura física quanto à humana (capacitação dos professores e funcionários para atender bem este público, por exemplo). Além disso, será um estímulo para que as pessoas com deficiências completem seus estudos no ensino médio.
Fonte: www.em.com.br
Você estará entre esses novos cotistas? Deixe seu comentário nos dizendo o que pensa sobre mais essa cota destinada as pessoas com deficiência.
DEFICIENTES VISUAIS TERÃO INTERNET MAIS ACESSÍVEL

DEFICIENTES VISUAIS TERÃO INTERNET MAIS ACESSÍVEL

AÇÃO TRANSFORMA BANNERS EM SPOTS PARA DEFICIENTES VISUAIS

Para navegar na internet, pessoas com deficiência visual utilizam o leitor de tela. Esse recurso lê cada item das páginas para o usuário. Entretanto nem todo conteúdo é acessível para esse público, como por exemplo, os banners, que são lidos por códigos formados por diversas letras aleatórias.

Pensando em estimular o cumprimento da lei nº 13.146/2015, que determina que os recursos de acessibilidade sejam obrigatórios em qualquer canal virtual e demonstrar a importância da inclusão social, a Lew’LaraTBWA, em parceria com a Fundação Dorina Nowill, criou o projeto: The Hacker Spot.

Com o objetivo de tornar todo o conteúdo acessível e inclusivo, desde março a agência inseriu na linguagem de programação dos banners de diversos anunciantes, spots informativos que trazem notícias sobre cursos, leis, dicas, eventos e experiências motivacionais.

“É muito gratificante poder trabalhar com a Fundação Dorina Nowill. O Hacker Spot transformou os banners em spots de rádio. E isso deixou a vida de pessoas com deficiência visual melhor e criou um canal inteiramente novo com esse público. Engraçado o rádio hackear a internet, né?", comenta Felipe Luchi, CCO e sócio da Lew’Lara\TBWA.

Em parceria com a empresa de adserver “Predicta”, os textos das campanhas foram aplicados sobre os códigos dos banners. Assim, o leitor de telas deixou de ler uma série de letras aleatórias e passou a transmitir mensagens, como: “Olá, esse é o espaço da Fundação Dorina Nowill para Cegos. Para contribuir com a inclusão e autonomia de pessoas com deficiência visual proporcionamos programas e cursos de reabilitação, educação especial, empregabilidade e acesso à informação. Pressione ENTER para acessar nosso site e saber mais.”

Ao final do spot escutado no banner, os usuários podem apertar a tecla “ENTER” e se direcionar para o site da fundação, que também é acessível e contém informações úteis sobre a deficiência visual para pessoas cegas e com baixa visão.

Quem quiser participar da campanha e tornar o banner do seu próprio site acessível, utilizando inclusive os spots da Fundação Dorina Nowill, basta acessar www.thehackerspot.com.br e seguir o tutorial. O portal, que também é inclusivo, ainda traz depoimentos de todas as pessoas que participaram da campanha.
Fonte: ADnews
Que tal compartilhar essa informação com seus amigos para que possamos construir uma internet mais acessível e inclusiva? Faça seu comentário dizendo o que achou dessa inovação.
SUPERMERCADOS PODERÃO TER INTÉRPRETES PARA DEFICIENTES AUDITIVOS

SUPERMERCADOS PODERÃO TER INTÉRPRETES PARA DEFICIENTES AUDITIVOS


Se depender do vereador Valdecir Vilar Matheus, os supermercados de grande porte de Jundiaí passarão a contar com atendimento especializado através de intérprete da Língua Brasileira de Sinais Libras. Ele quer beneficiar os deficientes auditivos. Já os surdocegos terão o auxílio de guias-intérpretes.

O projeto será votado na sessão desta terça-feira.

De acordo com o vereador, a proposta inclui também os hipermercados e atacadões. Para efeito da lei, serão considerados de grande porte os estabelecimentos com mais de 1.500 m² de área construída que terão de garantir o número suficiente de profissionais que ficarão em local devidamente sinalizado.

O projeto não diz qual órgão público será responsável pela fiscalização. Mas estipula a multa para o estabelecimento que não cumprir a lei: 10 Unidades Fiscais do Município, algo em torno de R$ 1.580.
  
Na justificativa do projeto, Valdecir afirmou que o objetivo dele é garantir informações necessários para os portadores de deficiência realizarem suas compras. “Além disto, esta proposta transformada em lei tem o enfoque de tornar Jundiaí uma cidade mais acessível”, afirmou no texto.
Fonte: Jundiaí Agora
A cidade de Campinas também já tem lei que estabelece a obrigatoriedade de intérpretes de LIBRAS em estabelecimentos comerciais de grande porte. O que você acha que precisa ser feito para que leis como dessas duas cidades sejam estendidas para o Brasil como um todo? 
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ENTENDA COMO A EDUCAÇÃO INCLUSIVA AUMENTA A SOCIALIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA

ENTENDA COMO A EDUCAÇÃO INCLUSIVA AUMENTA A SOCIALIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA

Sinônimo de equidade, inclusão de alunos com deficiência traz avanço no aprendizado e na formação das crianças

Ainda tabu em muitas escolas, a inclusão de crianças com deficiência representa, além do avanço na equidade de direitos, um novo caminho rumo à formação de uma sociedade mais empática e flexível frente à diversidade.

Em Mato Grosso, onde cresce o número de crianças com necessidades especiais em instituições regulares, as matrículas passaram de 15 mil em 2017. Ganho para os pequenos e para a comunidade, materializado na história de amizade entre Yan e Alana, de cinco anos, alunos da creche estadual Maria Eunice, na Capital.

A história de afeto começou em 2015, quando a insegurança do primeiro dia de aula afligia não apenas as crianças, mas também a mãe de Yan, Camila. Preocupada com a nova rotina do filho, agora sob os cuidados de professoras e mediadoras, ela acompanhava sua estreia quando conheceu Alana, igualmente inquieta com a novo ambiente. A reciprocidade foi instantânea e a despedida reforçou o laço: “Ela me ajudou o dia todo e na hora de ir embora, pedi para que cuidasse dele”, diz a mãe. 

A partir daí a pequena se inspirou a ir para escola e, diante da nova responsabilidade, passou a acompanhar e cuidar do companheiro Yan. O processo, positivo para as duas crianças tem explicação profissional e se dá de maneira natural em ambientes onde a diversidade é acolhida. É o que explica a psicóloga da instituição, Carla Rodrigues, que reforça a importância da inclusão para o desenvolvimento de todos os alunos.

Neste contexto, os ganhos se mostram tanto para as crianças deficientes quanto para as outras, que passam a desenvolver também novas maneiras de lidar com as situações. “Elas crescem ao adquirir valores como a bondade a empatia, além de começar a pensar diferente, considerando outras alternativas, novas formas de resolver os problemas. Como no caso do Yan e da Alana, também é comum que passem a ajudar o professor a cuidar do colega, ficando sempre de olho.”

Diante de relações como esta, a Psicóloga defende que o caminho para as escolas que ainda não recebem crianças com deficiência é o de apontar as vantagens da proposta, que possibilita a construção de novos conceitos acerca das diferenças. Ela lembra até pouco tempo atrás a cultura ainda era muito excludente e que ainda vivemos reflexos de uma educação rígida, promovida por métodos tradicionais. As crianças, pelo contrário são mais flexíveis que os adultos.

“Eu, por exemplo, não tive contato com ninguém com deficiência ao longo da minha vida escolar e acredito que poderia ser uma pessoa melhor se tivesse convivido. Isso porque hoje eu vejo o quanto isso é positivo na formação. Os pais também têm crescido porque, como a maioria, não tiveram essa oportunidade. Eles esperam os filhos contarem como que foi com o coleguinha, como funciona isso.”

O cenário também reforça a flexibilidade e ausência de preconceitos observada nas crianças, uma vez que, a maioria recebe sem medo o que é considerado diferente. “Elas não têm preconceito, estão abertas. Nós é que já estamos cheios de padrões pré-determinados. Vemos que, diante do contato com uma pessoa deficiente, são poucas as que demonstram algum estranhamento. Mas isso acontece pela novidade, por algo que antes estava fora do cotidiano, não por preconceito.”

Com relação ao método e aos avanços de cada aluno, Carla explica que não há a utopia de que todos vão responder aos estímulos da melhor forma e acompanhar a sala. Por esse motivo, os profissionais trabalham também a própria frustração, além do suporte à família. “Atuamos para que todo ganho seja significativo. A gente vibra com todas as conquistas, por menores que sejam. Se hoje uma criança consegue ficar alguns minutos a mais na sala e não conseguia antes, já é um grande ganho, por exemplo.”

Estrutura e adequação de profissionais


Para além da aceitação e das relações de afeto, a inclusão também exige adaptação das escolas e uma equipe preparada para receber as crianças deficientes, uma vez que cada uma delas apresenta demandas diferentes. Deste modo, é necessário que os espaços disponibilizem além de professores, profissionais conhecidos como mediadores, responsáveis por auxiliar no atendimento às necessidades especiais dos pequenos. Junto aos docentes, eles ficam na sala de aula, onde promovem o intermédio com o aluno.

“Antes a inclusão era feita com a matrícula da criança na escola e ponto. Isso não implicava em capacitação aos profissionais, com orientações sobre o que fazer ou como recebê-los. Hoje, a Seduc subsidia com um suporte para que a inclusão aconteça de forma adequada, com capacitação, avaliação das crianças com elaboração de um plano de inclusão para cada caso específico.”

Assim, a creche, que oferece assistente social, psicóloga e nutricionista para esse, independente das crianças com deficiência, acabou estendendo os serviços. “Toda criança passar por uma avaliação sobre aspectos sociais, de saúde, familiares, inclusive emocionais, para se traçar um plano de atendimento na sala. No caso das crianças com deficiência, aprofundamos esta avaliação, entrando em contato também com outros profissionais que os atendem, como terapeutas e fisioterapeutas.”

De acordo com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), quando, em uma unidade, existem mais de cinco alunos com deficiência, é necessária a instalação de uma sala de recursos multifuncionais. Em 2015, existiam 438 salas de recursos; número que passou a ser 475 em 2016. O número corresponde ao aumento registrado entre os dois últimos anos. Em 2015, 15.315 pessoas com deficiência foram matriculadas na rede estadual. Já em 2016, o número passou a ser de 15.404 estudantes.

A Pasta ressalta que, conforme defendido por Lei, todas as escolas são obrigadas a aceitar alunos com deficiência e que em Mato Grosso existem cinco escolas voltadas exclusivamente para a Educação Especial, sendo três em Cuiabá e duas em Várzea Grande. No interior, os alunos são atendidos por meio das Salas de Recursos Multifuncionais, que existem dentro das unidades escolares.
Fonte: Olhar Direto

Você acredita que a Educação Inclusiva é boa para todas as crianças com deficiência, ou você acha que ela precisa ser mais seletiva? De que lado você está desse debate? Deixe seu comentário!
Deficientes Visuais Terão a Vida Facilitada por Shopping Pet Friendly.

DEFICIENTES VISUAIS TERÃO A VIDA FACILITADA POR SHOPPING PET FRIENDLY.

CATARATAS JL SHOPPING AGORA É PET FRIENDLY
Cães e gatos são bem-vindos no shopping e terão carrinho exclusivo

Frequentar lugares que atendam seu pet é sempre uma boa pedida, por isso, a partir desta semana a entrada de animais será permitida no Cataratas JL Shopping.  Cães e gatos terão direito de circular livremente nos pisos L1 e L2, sempre com coleira e guia. Quem preferir poderá transportá-los em carrinhos exclusivos. Eles estarão disponíveis para locação na Casa do Criador, instalada no piso G1. O valor do serviço é de R$ 5 por hora.

Atualmente é permitida apenas a entrada de cães guias que acompanham deficientes visuais, (conforme Lei nº 11.126), mas o Cataratas JL Shopping decidiu aderir ao movimento pet friendly em que os bichinhos de estimação são bem-vindos nos estabelecimentos comerciais. “Queremos proporcionar momentos de lazer ainda mais especiais para quem frequenta o shopping, assim vai ser possível que todos possam curtir bons momentos com seus pets”, diz o superintendente do Cataratas JL Shopping, Lindenor Cavalheiro.

O QUE VOCÊ PENSA A RESPEITO DESSA AÇÃO DO SHOPPING? E SE ESSA ATITUDE FOSSE ADOTADA POR TODOS O QUE VOCÊ ACHA QUE ACONTECERIA?
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REGRAS – A presença das mascotes só será proibida na praça de alimentação, a única exceção é para cães-guia. As lojas que permitem animais estarão identificadas com um adesivo. Cada loja pode ter suas próprias regras e permitir animais apenas no colo, por isso, é aconselhável informar-se com os vendedores.

Deficientes Visuais Terão a Vida Facilitada por Shopping Pet Friendly.
O regulamento permite apenas a condução de cães e gatos pela escada fixa. Pelas escadas rolantes, os pets devem ser levados no colo. Outro aviso importante diz respeito aos cães de raças específicas como Bull Terrier, Doberman, Fila Brasileiro, Mastin Napolitano, Mastiff, Pastor Alemão, Pitbull, Rotweiller, Stafordshire Terrier que devem usar guia, enforcador e focinheira.

Nos próximos dias serão instalados dispensers de saquinhos plásticos para a coleta de rejeitos nas entradas do shopping. Para nenhum animal ficar com sede, o Cataratas JL Shopping também está providenciando bebedouros nas áreas externas das portarias.
Fonte: Site Clickfoz
Cotas para Pessoas com Deficiência nas Empresas, Ruim com ela, Pior sem Ela?

Cotas para Pessoas com Deficiência nas Empresas, Ruim com ela, Pior sem Ela?


Cotas para pessoa com deficiência nas empresas, ai? Ruim com ela, pior sem ela? Ou não?
Vamos conversar sobre este assunto, tão polêmico e que merece ser pensado e eu acho que até tem solução, mas será que a população quer trabalhar para uma verdadeira inclusão?

Já adianto logo, não sei se vou responder todas essas perguntas, pois não sei se eu sei, outra, meus posts são muito mais para a gente refletir, pensar junto e tentar colocar aos poucos em pratica!!!
Voltando, na época que não tinha cotas, eu era criança, adolescente, não pensava em trabalhar, não sabia como era não tive esta vivência.

No entanto sei, tenho certeza que empregava muito menos pessoas com deficiência naquela época, do que hoje. Meu pai trabalhava em uma multinacional e como ele sempre foi louco por mim, pensando no meu futuro, ele começou a contratar pessoas com deficiência, não por causa da Lei, mas sim porque ele queria mudar a cultura, para quando eu chegasse lá na frente, fosse mais fácil... O pessoal da empresa achou a ideia dele maluca, porém compraram a ideia e lá tinha pessoas com deficiência trabalhando de fato, cada um no seu cargo...


Passaram se anos, meu pai saiu da empresa, e eu por outros motivos fui chamada lá, pela pessoa responsável pela área de diversidade, para fazer um trabalho concreto de inclusão!!!

Felicidade era pouco, eu era um oceano de felicidade, tudo perfeito, anos depois, eu ia dar continuidade no que meu pai deu início um dia pensando em mim e na empresa que eu cresci que tenho um eterno carrinho.

Contudo, não deu certo, a empresa foi vendida e pelo jeito o comprador não tem a cultura da inclusão!!!

Cotas para Pessoas com Deficiência nas Empresas, Ruim com ela, Pior sem Ela?

Você percebe que a inclusão é uma questão cultural, se alguém se manifesta dentro da empresa, mostra o porquê ela é importante para todos, que a pessoa com deficiência também é capaz como qualquer outra pessoa, dessa forma a inclusão acontece.

Se tivéssemos uma pessoa assim, em cada empresa, em cada esquina, não íamos precisar ter Lei de Cotas, ia ser perfeito!!!!!! Mas já que não temos, eu acredito sim que precisamos da lei, a ideia dela é muito boa e ela é fundamental para a inclusão.

Cotas para Pessoas com Deficiência nas Empresas, Ruim com ela, Pior sem Ela?

O erro não é ela, mas a sociedade, as empresas que tiveram a capacidade de adaptar a lei conforme os seus interesses, elas não querem empregar de fato a pessoa com deficiência, não querem nem experimentar, tentar!! O preconceito, a ignorância, não permite...

É necessário talvez reformular a Lei de Cotas, não sei como, mas fazer com que as empresas empreguem o profissional com deficiência e não uma pessoa com deficiência para ficar lá atoa  fazendo de conta que existe inclusão!!!!

Um texto de Damião Marcos e Carolina Câmara. 

Já Pensou Passar uma Vida Inteira em Casa?

Já Pensou Passar uma Vida Inteira em Casa?

Hoje, mais uma vez, venho bater um papinho com as famílias que têm uma pessoa com deficiência em casa, totalmente isolado (a) do mundo. 

Vamos lá, vou te fazer uma perguntinha básica, você fica dias, semanas, meses e até anos, sem sair de casa???? Vou para mais uma pergunta, sua vida, seu mundo, se resume, a uma casa, ele é tão limitado assim???? Nossa, se for, sua vida é bem chata, vou dar um conselho; vai explorar o mundo, explorar você!!! Se permita conhecer a vida, ela é colorida, tem cores que você nem imagina. 

Falando de cores, fazer um parente rapidinho, ontem vi uma arvore maravilhosa, com as flores vermelhas, meio vinho, um negocio fantástico, nunca tinha visto um negocio daquele. 

Voltando, o mundo é mágico, cada dia, você encontra algo novo, outras experiências, é algo encantador e não é possível viver essas coisas dentro de casa.




Agora, pensa no seu filho (a), no seu irmão (a), no seu cunhado (a), no seu primo (a), no seu neto (a), que tem alguma deficiência e você simplesmente, por algum motivo, não apresenta o mundo real, legal, interessante, para ele.
Vou pedir agora, para você fazer algo que não é fácil, porém vamos tentar, se colocar no lugar dele (a), é bom passar a vida inteira vendo televisão, mexendo em um computador, ouvindo o que os outros trazem. 

Ou seja, ele não vivência nadaaaaa, apenas imagina, sonha, ele é sempre um telespectador.  Mais uma pergunta, já pensou você ficar a vida inteira assistindo uma novela, sem poder viver realmente, ter a vivencia, experimentar????


Então é assim que uma pessoa que não sai de casa, vive!!!

Imaginou, se colocou no papel da pessoa com deficiência????


Tudo bem, eu sei que em alguns casos, é difícil sair, a locomoção, infelizmente, a acessibilidade aqui no Brasil, não é perfeita e estamos longe disso. No entanto a pessoa com deficiência não é nada diferente que você.



Ela também precisa e quer desfrutar do mundo, ter contato com outras pessoas, se relacionar e tudo mais. Afinal, o mundo é infinito e todos temos o direito de participar. Não é só por ter uma deficiência, que o mundo tem que ser finito, se resumindo a uma casa, a telas, onde o ser humano apenas assisti...

Mesmo que seja difícil, mesmo que tenha algum medo em se apresentar ao mundo, enfrente e permita que a pessoa com deficiência exerça o direito dela, que é o mesmo que o seu. Nadaaaaa é obstáculo para se viver!!!!!!

Um texto de Damião Marcos e Carolina Câmara.
Temer Voltou Atrás, mas ainda Precisamos de Muitas Coisas.

Temer Voltou Atrás, mas ainda Precisamos de Muitas Coisas.


Hoje, eu quero continuar a conversa que a gente começou semana passada, no post, que falamos sobre o novo governo, que eliminou a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD) e do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade). Vamos falar de toda essa situação do nosso país.

No entanto quero antes de mais nada, corrigir uma coisa que falei no post anterior. Então, lá no texto, eu disse que a pessoa com deficiência nunca assumiu a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD) e nem o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade).

Mas isso não é verdade, a Izabel Maria Loureiro Maior, tem uma deficiência e ela administrava a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Já o  Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência também era administrado pelo Antonio Jose Ferreira, que também tem uma deficiência.

Porém aqui, tem um ponto que merece ser discutido em outro post, contudo vou tentar explicar resumidamente. Tem vários tipos de deficiências, umas a sociedade, já até consegue aceitar.

Vamos chamar aqui essas deficiências, de deficiências mais simples, mais perto do padrão de normalidade, como por exemplo, uma pessoa paraplégica, usa cadeira de rodas, mas tem os membros superiores, são perfeitos, então essa pessoa faz quase tudo, ela precisa mesmo de acessibilidade, para ter total independência.

Já uma deficiência como a minha, uma paralisia cerebral moderada, é algo mais complexo, requer mesmo uma inclusão de verdade. Então quando digo que nenhuma pessoa com deficiência, assumiu um cargo assim, estou pensando em deficiência mais séria, porém tenho que deixar isso sempre claro.

Temer voltou atrás.

Agora, vamos voltar para o nosso país, situação complicada, instável, que deixa a gente insegura... É uma inflação inacreditável, desemprego, impeachment, aí muda todo o governo.

Temer entra, tira ministérios, junta outros, como fez com o da cultura, queria colocar com o da educação. Mas agora, depois de tantos protestos, questionamentos, a pressão que a mídia fez com que ele voltasse atrás em suas decisões.


Temer voltou atrás, com os deficientes.

Temer voltou atrás com relação a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD), como eu falei naquele post, era cedo demais para a gente criticar, no entanto precisamos ficar de olhos bem abertos.

Mas aproveitando, deixa eu falar, ele voltou atrás, que bom, no entanto  só isso não basta, tem muito trabalho para fazer. Precisamos ficar em cima, lutar, buscar, pois tem muito direito aí, que negam para a gente.. Então ao invés de apenas criticar, vamos atrás, sair da nossa zona de conforto, que tal???

Um texto de Damião Marcos e Carolina Câmara

Novidade


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Recriada a Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Recriada a Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Publicada em edição extra do Diário Oficial da União medida provisória que prevê a existência da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência na estrutura do Ministério da Justiça e Cidadania.

Recriada a Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.


A MPV 728/2016, publicada em 23/05, organiza também órgãos do Ministério da Cultura e atende a um manifesto encabeçado pela Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down e mais quarenta entidades que o subscreveram, além de apoiadores individuais.

Leia neste link a íntegra da MPV 728, na Imprensa Nacional.

Fonte: Inclusive

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As Pessoas com Deficiência e seus Medos.

As Pessoas com Deficiência e seus Medos.


Eu particularmente tenho vários medos, quero falar hoje, sobre medos, que no fundo todo mundo tem. Mas eles se afloram mais nas pessoas com deficiência, pela questão da própria deficiência, por como a sociedade lida conosco, enfim por motivos vários e reais.

Vou citar alguns medos:

  • Medo que os pais morram, e ai, como vai ficar??
  • Medo da própria sexualidade, eu desejo, eu tenho, eu quero, mas e aí, como vai ser??
  • Medo do futuro, eu vou conseguir ser alguém??Ter uma profissão??Trabalhar??
  • Medo de ir em busca dos seus sonhos, porque acredita que a deficiência é uma barreira!!!!!
  • Medo de ir para rua procurar trabalho.
  • Medo de namorar, será que vou conseguir ou vou levar um fora??
São tantos medos, uns se tornam angústia, pois são pouco falados, trabalhados, porque passam despercebido pela sociedade, pelo dia a dia, e até pela ignorância de muitos... 

Então, a gente aqui no blog, resolveu trabalhar com esses medos, fizemos um e-book especial, falando primeiro dos medos dos pais em relação ao filho com deficiência. Estamos estudando, para escrever o segundo e-book, trabalhando os medos específicos das pessoas com deficiência...
Qual é o seu medo.

Para isso, queremos e precisamos da sua colaboração, dê sua opinião nos comentários sobre o que acha do assunto, se você leu o nosso primeiro e-book, conte pra gente, o que achou!! Ah, compartilhe com a gente, os seus medos, por favor!!!!!

Um texto de Damião Marcos e Carolina Câmara.

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