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A&E Anuncia a Estreia da Série Minha Vida com Síndrome de Down.

A&E Anuncia a Estreia da Série Minha Vida com Síndrome de Down.

Em sua constante busca para apresentar perspectivas diferentes sobre a vida e seus desafios, o A&E avança mais uma vez com uma proposta original e inédita, desta vez focalizando os desafios que as pessoas com Síndrome de Down enfrentam na sociedade. 

A série Minha Vida com Síndrome de Down, que chega á tela do canal no dia 2 de maio, é uma emotiva produção original que expõe a história de um grupo de sete jovens adultos com da síndrome, que vivem junto de suas famílias e amigos no sul da Califórnia, EUA.

“É um enorme privilégio poder oferecer à audiência uma forma diferente de conscientizar a sociedade sobre a Síndrome de Down, por meio desta nova série tão inovadora e inspiradora. Sem dúvida, o A&E novamente explora diferentes formatos para mostrar a vida real de maneira audaciosa, quebrando paradigmas com outras perspectivas, como já o fizemos em outras oportunidades”, afirma Cesar Coletti, vice-presidente Sênior de Marketing para A+E Networks Latinoamérica.

Ao longo da nova série, os protagonistas mostrarão suas paixões e sonhos, explorando a amizade, as relações amorosas e a vida profissional, enquanto desafiam todas as expectativas da sociedade. Com vontade e coragem para compartilhar todas as experiências de vida, e através de uma lente que não é muito vista na televisão, o espectador percebe que eles têm grandes sonhos como qualquer outra pessoa. 

A série também compartilhará o ponto de vista dos pais. O que significa cada um de seus filhos em suas vidas, as alegrias que dão à família e tudo o que eles enfrentam para poder ajuda-los a ter uma vida o mais independente possível.

Minha Vida com Síndrome de Down exibirá as histórias de Rachel (32), uma jovem que trabalha em uma companhia de seguros e sonha em se casar; Sean (21), um excelente golfista e esportista, e um grande destruidor de corações; John (28), um apaixonado pela música e pelo rap, nascido para entreter; Steven (24), um aficionado pelo cinema, que trabalha lavando pratos em um estádio de basebol em Anaheim, CA, e que atende em um local de comidas; Cristina (25), uma doce e compassiva jovem que trabalha em uma escola secundária e ama seu noivo com quem mantém uma relação há mais de quatro anos; Megan (22), uma empreendedora de moda que criou uma marca de roupas e ainda quer concretizar seu sonho de ser produtora de cinema; e, por último, Elena (28), uma grande cozinheira que abraça a vida e gosta de dançar e escrever poesia.

Minha Vida com Síndrome de Down acompanhará a vida desses sete jovens adultos com Síndrome de Down, que também são amigos entre si. A produção mostrará quais são seus sonhos, medos, suas aspirações, grandes desafios, maiores virtudes, trabalhos, hobbies e, sobretudo, como levam adiante suas próprias vidas com a deficiência; além de mostrar que significado a Síndrome de Down tem para eles. Sete jovens com uma mesma deficiência, mas com grandes e diferentes capacidades pessoais.

A nova série é sobre honestidade, nobreza, humor e corações que aceitam e celebram a diversidade. O A&E se associou à importante organização Best Buddies Internacional – uma organização mundial sem fins lucrativos, dedicada a pessoas com deficiência intelectual e de desenvolvimento – e se comprometeu a um espaço no programa para os integrantes e para Anthony K. Shriver, fundador e presidente da Beste Buddies International.

“Existe uma grande novidade e sinceridade na maneira como esses jovens adultos levam adiante suas vidas; algo que todos nós poderíamos aprender. Estamos muito agradecidos a eles e às famílias deles por esse projeto”, declarou Jonathan Murray, produtor executivo de Minha Vida com Síndrome de Down.

Anthony K. Shriver, da Beste Buddies, destacou: “Estou bastante orgulhoso de ver ‘Minha Vida com Síndrome de Down’ ressaltar as personalidades de destaque e as surpreendentes capacidades dos integrantes do Best Buddies, como Rachel Osterbarch e Sean Mcelwee. Minha grande esperança é que esta série possa mostrar à sociedade que as pessoas com deficiência intelectual e de desenvolvimento são como todos nós, e têm de ser incluídas em nossas comunidades, nossos espaços de trabalho e em nossas vidas”.

No episódio de estreia, ‘Esta é a síndrome’, sete jovens adultos com síndrome de Down se encontram em um centro de recreação e se dão conta que têm mais em comum do que o esperado. As câmeras seguem esse dinâmico grupo de amigos à medida que perseguem suas paixões e sonhos de vida, exploram amizade, relações amorosas e trabalho, enquanto desafiam as expectativas da sociedade.

Além da série, o A&E está realizando uma série de iniciativas que incluem a emissão de uma luz na premiada campanha realizada por Saatchi and Saatchi que foi cedida ao canal para sua difusão na América Latina e Brasil, chamada “Querida futura mamãe”: a emissão de cápsulas na programação, em que diferentes jovens expressam o exato momento em que tomaram consciência de que possuem Síndrome de Down. 

A ação foi realizada  em conjunto com a organização Downeate, da Argentina. O A&E também anuncia a criação de um mural comemorativo, que será instalado na Cidade do México, pelo artista JUAN MANUEL ROZAS, inspirado em pessoas com a Síndrome, suas alegrias e desafios. Todas as iniciativas buscam abrir um debate na sociedade para dar maior conhecimento sobre as pessoas que vivem com diferentes capacidades intelectuais e de desenvolvimento.


Fonte: Revista Incluir
Série: O que toda Pessoa com Deficiência deve saber sobre, Sexualidade - Parte 5

Série: O que toda Pessoa com Deficiência deve saber sobre, Sexualidade - Parte 5

Pessoal da paz!

Continuando a nossa série especial hoje vamos abordar um tema de grande importância e pouco falado nesse mundo das deficiências: Os cuidados na prevenção de doenças sexualmente transmissivas.

Ah tá! Você ainda não acompanhou os outros textos dessa série? Relaxa a gente coloca aqui para você.

Boa leitura, não esqueça de comentar e compartilhar.

Acompanhe

OS CUIDADOS NA PREVENÇÃO DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVAS

Como já foi dito aqui, a sociedade ainda tem dificuldade em aceitar que a pessoa com deficiência tem sexualidade, isso traz além de todas as questões já discutidas, outros fatores que são de extrema importância.

Nesse capítulo vamos falar sobre as doenças sexualmente transmissível. Os jovens têm informações sobre o sexo pelos meios de comunicação, conversas com colegas ou ouvem dos adultos.

Muitas vezes, a maioria dessas informações é errônea, não são verdadeiras e, às vezes, fragmentadas, por isso o diálogo entre pais e filhos é fundamental.

Essa mesma atitude tem que ser tomada com as pessoas com deficiência, é preciso as famílias começarem a enxergar que o filho (a) com deficiência também têm as mesmas necessidades sexuais que os não deficientes e que precisam ser orientados para não adquirir tais doenças.

A transmissão de doenças sexualmente transmissivas acontece através do contato íntimo com a pessoa infectada, pois todos os organismos causadores morrem ligeiramente se forem retirados do corpo humano.

As principais doenças sexualmente transmissíveis são:

  • HPV na uretra
  • Herpes
  • Cancro mole
  • Clamídia
  • Tricomoníase
  • Gonorreia
  • SIDA ou AIDS
  • Linfo granuloma venéreo
  • Herpes
  • Condiloma acuminado ou HPV ou verruga Genital
  • Hepatite B
A camisinha, usada corretamente, é o método mais eficaz e amplamente disponível de prevenção da transmissão de doenças sexualmente transmitidas.

Texto de Damião Marcos e Carolina Câmara
Série: O que toda Pessoa com Deficiência deve saber sobre, Sexualidade - Parte 4

Série: O que toda Pessoa com Deficiência deve saber sobre, Sexualidade - Parte 4

Olá pessoal da paz!

Continuando a nossa série especial vamos discorrer nesse texto o seguinte tema: O primeiro encontro.

Novamente antes de entrarmos nesse assunto quero destacar aqui os tópicos anteriores dessa série, caso você não tenha lido.

Acompanhe cada tópico da série Parte 1, Parte 2 e Parte 3

O primeiro encontro

Para qualquer pessoa o primeiro encontro é sempre uma situação difícil, a pessoa não sabe nem onde colocar a mão, se come ou se não come, o que falar, enfim é complicado. Mas essa situação pode ser ainda mais complicada para quem é deficiente, pois as “limitações” podem causar uma incerteza a mais e muita das vezes é desnecessária.

O melhor é sempre fala a verdade.

Numa situação assim, o melhor para a pessoa é fazer o que lhe deixa mais confortável, porque além das questões comuns, que todo mundo passa, tem uma série de outras situações que envolvem. Por exemplo, uma pessoa que usa cadeira de rodas, pode ficar com receio de ir de carro com o outro, pois não sabe se o outro vai saber ajudar ou se vai achar um incomodo fazer todo o processo de entrar e sair do carro para um cadeirante.

Coisas desse gênero passam na cabeça de qualquer pessoa com deficiência, por isso o melhor é procurar ser sincera com a outra pessoa, isso pode ajudar a pessoa com deficiência tirar as caraminholas da cabeça. Muitas das vezes, elas estão apenas na cabeça, não sendo de fato um problema.


Voltando ao assunto do carro, montar e desmontar a cadeira de rodas, ajudar a pessoa com deficiência a fazer a transferência, tudo isso é a realidade da pessoa com deficiência e não do outro. Por isso na maioria das vezes, a pessoa com deficiência tem que ensinar para o outro como te ajudar, isso é fundamental, pois ninguém nasce sabendo!

Olha, uma coisa é certa, real, deficiência existe, não há como esconder, então tem que aproveitar o encontro, ser quem você é, ou seja, valorize você.

A deficiência está ali, junto, porém, a pessoa não é apenas deficiência, tem ali, uma pessoa bem interessante!
Série: O que toda Pessoa com Deficiência deve saber sobre, Sexualidade - Parte 3

Série: O que toda Pessoa com Deficiência deve saber sobre, Sexualidade - Parte 3 

Olá pessoal da paz!

Continuando a nossa série especial vamos discorrer nesse texto o seguinte tema: Porque as pessoas reprimem a sexualidade dos deficientes?

Bom! Antes de entrarmos nesse assunto quero destacar aqui os tópicos anteriores dessa série, caso você não tenha lido.


PORQUE AS PESSOAS REPRIMEM A SEXUALIDADE DOS DEFICIENTES?

A luta das pessoas com deficiências ao longo dos anos buscando inclusão, respeito e aceitação na sociedade tem sido uma luta árdua, constante e difícil.

Vencer o senso comum, preconceitos e ideologias infundadas produzidas pelos nossos primórdios são a eterna busca das pessoas com deficiências.

Quando falamos de repressão à sexualidade das pessoas com deficiência estamos falando de mais uma luta a ser vencida pelo deficiente, a autoproteção dos pais e professores de escola, o medo e inexperiência das pessoas em saber lhe dar com o diferente e a estética. Esses são os principais agentes repressores da sexualidade das pessoas com deficiências.

Não sei lhe dar com a sexualidade da pessoa com deficiência, não sei falar sobre isso, logo proíbo reprimo.

Por que estética? Estética é um padrão de beleza imposto pela sociedade e que acaba afetando diretamente o a pessoa com deficiência. Nossa sociedade tem um padrão de beleza que tem a perfeição como parâmetro. Por isso, são comuns as pessoas com deficiência se sentirem totalmente fora desse formato, pois foge dos conceitos estéticos vigentes.


Isso faz com que ele (a) não se considere bonito (a), o que traz muito sofrimento e principalmente repressão.

É importante para qualquer deficiente que ele olhe para si mesmo e que goste do que está vendo, valorize-se e se fortaleça. Só assim vai conseguir encarar as diversidades e repressões existentes no mundo, podendo acabar com os estigmas e as lendas urbanas.

Quando uma pessoa se sente bem consigo mesma, ela sente o desejo de se cuidar e isso acaba interferindo positivamente no processo de reabilitação. As pessoas com deficiência precisam mostrar para a sociedade que beleza não tem um único padrão, pois é possível encontrá-la na imperfeição de que é feita a vida.

O importante é a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma e que esta seja uma ferramenta de motivação para sua vida. Que não se encaixa nesse padrão, ele já tem sua autoestima comprometida em decorrência da deficiência e ainda tem que enfrentar essas questões de beleza.

Não se preocupe, nem se perturbe se a sua sexualidade está aflorada e sentimentos e desejos sexuais estão vindo à tona, isso é normal e faz parte da vida independente de ser ou não ser pessoa com deficiência, viva a vida não aceite as repressões e seja feliz.

Texto de Damião Marcos e Carolina Câmara
Série: O que toda Pessoa com Deficiência deve saber sobre, Sexualidade - Parte 2

Série: O que toda Pessoa com Deficiência deve saber sobre, Sexualidade - Parte 2

Olá pessoal da paz!

Estamos aqui hoje para mais um capítulo da nossa série especial: O que toda Pessoa com Deficiência deve saber sobre, Sexualidade.

Nesse capitulo vamos tratar do tema: Mitos e verdades sobre a sexualidade das pessoas com deficiências

Se você ainda não leu o primeiro capítulo da série acompanhe aqui.

MITOS E VERDADES SOBRE A SEXUALIDADE DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS

É comum as pessoas, inclusive os familiares, acharem que as pessoas com deficiência é um ser assexuado, que não tem sentimento e que os desejos são incontroláveis. Pensam que as pessoas com necessidades especiais não vão conseguir ter uma relação sexual “normal”. Por isso as famílias querem superproteger os filhos, não permitindo que eles vivenciem sentimentos importantes, fazendo com que o sujeito se anule.

Todo ser humano tem sexualidade, sendo ou não pessoas com necessidades especiais. A sexualidade e tudo que lhe acompanha, como o sentimento, o desejo, o erotismo, as relações afetivas, enfim tudo isso faz parte da nossa existência. É um erro as pessoas acreditarem que a pessoa com deficiência não tem ou não pode ter uma vida sexual.

As famílias precisam lidar com a sexualidade da pessoa com deficiência, igual lidam com a sua e com a de qualquer outro filho, orientar, conversar, conhecer as verdadeiras necessidades daquela pessoa com deficiência, saber que ela tem sentimentos, tem desejos, a deficiência é algo que a pessoa tem, mas não a impede de se relacionar afetivamente.

Esse é o maior mito sobre sexualidades das pessoas com deficiências, inclusive existem pessoas com deficiência que acredita, incorpora, e aceita passivamente esse erro que a sociedade impõe. Já que é tão difícil para a sociedade aceitar que todos, sem exceção, têm sexualidade. Então cabem as pessoas com necessidades especiais a mostrar a sua sexualidade, os seus desejos e sentimentos.
                                                                            
Têm outros mitos sobre sexualidades das pessoas com deficiências, vamos citar alguns e falar um pouco deles.

Pessoas com deficiência são pouco atraentes, indesejáveis e incapazes de conquistar um parceiro amoroso e manter um vínculo estável de relacionamento amoroso e sexual. Este mito foi criado pelo senso-comum, ficou como verdade, sendo assim a pessoa com deficiência é indesejável e não pode ter um relacionamento amoroso e sexual. O mito pode ser de fato um mito para algumas pessoas com deficiência, pois esta tem uma vida amorosa comum.

Já para outras pessoas com deficiência o mito não é mito, mas sim a realidade, isto porque estas pessoas se escondem atrás da sua própria deficiência, isso é algo que costuma acontecer muito.

No entanto é preciso lidar consigo mesmo, depois disso vamos poder encarar o mundo de frente e aproveitar. O sujeito sofreu uma lesão na medula, logo ele não tem vida sexual!
Errado! Se a gente sabe apenas que ele é cadeirante, não podemos ir tirando conclusões da nossa cabeça, sem nenhum respaldo para isso.


Vamos lá!

A pessoa com lesão na medula pode ter uma disfunção neuromuscular ou obstruções recorrentes de infecções urinárias e por isso ter a disfunção sexual (BIERING-SORENSEN; SONKSEN, 1988; MAIOR, 2001). 

“A ejaculação retrógrada, que é bastante comum entre os lesados medulares, acontece pelo fato de que no homem o canal que encaminha o esperma é o mesmo da urina, então o esfíncter que deveria se manter fechado no momento da ejaculação não o faz, permitindo a passagem de esperma para a bexiga. Como a urina não constitui meio apropriado para os espermatozoides, eles acabam perdendo suas funções. Nesse caso, o esperma é excretado no momento do esvaziamento da bexiga” (CAVALCANTE ET al., 2007).

Mas também a gente sabe que tem todo um lado que vem do cérebro, emocional, como, estímulos visuais, auditivos, por fantasiais. Tem também aqueles estímulos do contato físico, enfim sexo não é somente algo biológico como muitos pensam. O que varia de pessoa para pessoa é a ereção psicogênica, pois isso dependerá do nível da lesão e a questão da fertilidade também.

No entanto a vida sexual existe sim, ninguém deixa de ter vontades, desejos! Ter ou não sensibilidade.

Todas as pessoas têm sensibilidade, o que pode acontecer é que quem sofre lesão na medula corre o risco de perde-la, mas mesmo essas pessoas podem sentir algo no corpo, como calor e arrepios, isso porque ela tem outros mecanismos, o sistema nervoso autônomo é a parte do sistema nervoso que está relacionada ao controle da vida vegetativa, responsável pelas funções como a respiração, circulação do sangue, controle de temperatura e digestão.

Texto de Damião Marcos e Carolina Câmara

O seu comentário, logo abaixo desse texto, poderá servir de inspiração para novos assuntos, debates e temas emergentes, portanto não se reprima.
Série: O que toda Pessoa com Deficiência deve saber sobre, Sexualidade

Série: O que toda Pessoa com Deficiência deve saber sobre, Sexualidade 

Olá pessoal da paz!

Estamos iniciando mais uma série especial. Desta vez, sobre o tema sexualidade.

Essa série será dívida em seis capítulos ou partes como queiram, os textos foram elaborados por, Damião Marcos e Carolina Câmara, do Blog Um Sonho a mais não faz mal.

Contamos com a colaboração de vocês nos comentários destes textos e principalmente o compartilhamento deles, visando uma maior compreensão e aprendizado mútuo sobre o assunto.

A sexualidade é de extrema importância para a vida psíquica do ser humano, ela está presente na vida desde o nosso nascimento, e é essencial. A sexualidade é uma necessidade básica do ser humano, que não pode ser separada da sua vida, envolve sentimentos, pensamentos e ações. Ela está em todos os lugares, manifestando-se de formas diferentes a cada etapa do nosso desenvolvimento.

Além da sua potencialidade reprodutiva, também tem a busca de prazer, que é fundamental para as pessoas. Ela começa no início da vida e vai até a morte, a cada frase da vida, a sexualidade se expressa de um modo.

A pessoa com deficiência também tem sexualidade, não há contraindicação e nem tem restrição quando o assunto é sexualidade. O tabu da sexualidade na pessoa com deficiência acontece por falta de conhecimento, há muitos mitos que precisamos mostrar que são realmente mitos, a visão ainda é muito estigmatizada.

Infelizmente a sexualidade das pessoas com deficiência, ainda é discriminada e reprimida.


O mundo da sexualidade é imenso, por isso tem vários modos de lidar com o relacionamento íntimo. Exemplo, a pessoa que adquire a deficiência e quer redescobrir a sexualidade. Assim a pessoa pode utilizar vários meios para isso, como a massagens, masturbação e brincadeiras com acessórios, são ideias para ajudar a pessoa. Pode também acontecer de um jeito mais subliminar, exemplo, estimulação através de sonho ou viagem e aventuras afetivas.

As pessoas têm tanto medo, pudor, tanta vergonha. Por que será?

Todas as pessoas, em uma determinada época das suas vidas sentiram, necessidade e falta de sexo, podemos comparar sexo com qualquer outra coisa que nos faz falta no nosso cotidiano. Tem gente que acha que pessoas não fazem sexo. Os seres humanos em geral, têm desejos, vontades e prazeres, querem sentir prazer com o outro e com o corpo. Essa junção do nosso corpo mais o outro se chama sexo. Alguns sexos são feitos com muito amor, outros são realizados apenas por prazer, isso é a escolha de cada um.

Aqui neste texto o importante é deixar bem claro que nós todos temos e queremos fazer sexo, temos sexualidade.

Como cada um vai se relacionar com o parceiro, é um problema do casal, que sempre se arruma um jeito. Uma coisa legal é poder trocar experiência, conversar com outras pessoas, saber como elas fazem trocar ideias, opiniões e tirar dúvidas.

Claro que também temos que nos cuidar, ir ao médico, fazer todos os exames necessários, se não quiser engravidar, usar o método mais adequado, para cada um, para evitar a gravidez e é lógico, prevenir doenças.

Sexo é a algo natural.

Todo ser humano tem que experimentar em algum momento da vida, independentemente de ter ou não alguma deficiência.

E então, o que você pensa do tema em questão?

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Agito - símbolo das Paralimpíadas (Foto: Divulgação)Olá pessoal da paz, recentemente postamos aqui uma série com o tema: O Maior Inimigo da Inclusão é a Mídia! Dentro dessa série publicamos dois fascículos e o enceramento da proposta da ideia defendida.
Galera da paz, estamos iniciando mais uma série especial com um tema bem sugestivo e pelo que acompanho até inédito, esperamos preencher as expectativas em torno de um assunto tão relevante quero destacar que a sua participação nos comentários desta série será de extrema importância para crescimento e obtenção de conhecimento mutuo.



Série: O Maior Inimigo da Inclusão é a Mídia! Parte 02.


Série: O Maior Inimigo da Inclusão é a Mídia! Parte 02.

Penso comigo, pessoas são tiradas e colocadas no poder constantemente através da mídia!
Produtos, Serviços e Empresas se estabelecem e ganham sucesso e notoriedade através da mídia.
Leis e Campanhas eleitorais são aprovadas e alcançam seus objetivos com influência direta da mídia.

Quando defendo a tese de que o maior inimigo da inclusão é a mídia é exatamente isso que eu quero dizer, a verdade é que a inclusão social de pessoas com deficiência através da mídia inexiste o que existe na realidade são pequenas maquiagens para esconder a realidade do descaso e da falta de oportunidades em igualdade de condições com as pessoas sem deficiência entre aspas.

A mídia tem os seus modelos e formatos já estabelecidos e as pessoas com deficiência por não se encaixarem dentro desse perfil são sutilmente excluídas, precisamos quebrar esse paradigma urgente.

Pensa comigo porque a coca cola é o refrigerante mais consumido e vendido em todo o mundo?
É o mais gostoso de todos? Não.
É o mais saudável? Não.

A questão é que existe um plano de marketing extremamente forte que é veiculado por todas as mídias e faz desse produto uma marca imbatível e até o momento insuperável.
Já pensou se existisse esse mesmo marketing midiático com relação à inclusão das pessoas com deficiência?
Tenho certeza que não estaríamos nesse ilusionismo que vivemos hoje.
Uma prova disso é que recentemente escrevi um texto sobre: 1º Prêmio Talentos Inclusivos 2012 na Televisão!
E enviamos essa ideia para as principais emissoras de televisão do nosso país, sabe quantas responderam? Nenhuma.

Galera a luta pela inclusão social das pessoas com deficiência na sociedade é grande, árdua e cansativa falar que nada está acontecendo e que não conseguimos algumas conquistas seria leviano da minha parte, porém continuar essa batalha sem o apoio e ajuda real da mídia, seria como o um cachorro que corre em volta do próprio rabo.

Eu penso assim e você?


Série: O Maior Inimigo da Inclusão é a Mídia!!!


Série: O Maior Inimigo da Inclusão é a Mídia!!!

Olá pessoal da paz estamos iniciando um caminho novo aqui no blog e hoje estamos começando uma série de postagens com o tema: O Maior Inimigo da Inclusão é a Mídia! É um tema especial relevante e de extrema importância na causa da inclusão das pessoas com deficiência na sociedade, sem mais delongas vamos iniciar a série.

Se eu perguntar para você qual é o maior inimigo da inclusão hoje no Brasil, você me responderia: preconceito, invisibilidade, medo, falta de oportunidade, indiferença, vergonha, baixa estima, verdade, coragem, maquiagem, pluralidade, igualdade, Bullying etc.

Concordo plenamente que essas pontuações procedem e realmente são inimigos da inclusão das pessoas com deficiência, porém eu acredito que na verdade o maior inimigo da inclusão das pessoas com deficiência na sociedade hoje atende pelo nome de: Mídia.

Quando falo de mídia estou falando de televisão, radio jornais, revistas e redes sociais, já escrevemos um artigo similar a esse: O poder da mídia e sua influencia negativa na vida dos deficientes.

Vamos retomar o assunto, pois se trata de um artigo muito importante no mundo da inclusão social. A mídia é forte, poderosa e extremamente importante cerca de setenta a oitenta por cento da população vive por ela ou em função dela, novamente eu te pergunto quando você foi ao supermercado, a loja de roupas e calçados, a loja de móveis e produtos eletrônicos, a locadora de filmes, ao shopping Center etc.

E adquiriu algum produto ou serviço sem nenhum tipo de interferência da mídia?


Sei que você vai demorar para  responder essa questão e isso na verdade só reforça a nossa tese inicial, nas próximas postagens estaremos dando seguimento a série, porém você já pode deixar aqui a sua opinião e sugestão sobre o tema.


Tem algumas coisas no “mundo da deficiência” que não me  incomoda já outras além de incomodar  me deixa chateado. Por exemplo, certas nomenclaturas como especial, é algo que incomoda, pois para a gente uma pessoa especial não tem nada a ver com deficiência. Mas enfim a pessoa especial tem um significado que não pode ser atrelado com um deficiente, deu para entender, né?





Pessoal o que me inspirou na elaboração dessa postagem foi uma grande matéria do nosso amigo Guilherme Bara do blog:  http://www.blogdoguilhermebara.com.br onde ele usa o seguinte tema: Quem deve representar as pessoas com deficiência? Com base nesse tema o nosso amigo pontua situações de inclusão em nosso pais dando ênfase aos surgimentos de secretarias exclusivas que trabalham na causa da inclusão de pessoas com deficiência na sociedade. 





Olá pessoal da paz! Vocês já devem ter notado que o nosso blog está de cara nova,  poucas cores, novo layout, padronização de postagens e menus.
Estamos trabalhando intensamente na busca por melhorias, e uma melhor experiência para todos nós aqui do inclusão diferente.

Olá pessoal da paz! Fizeram-me essa pergunta há um tempo, e até insinuaram nas entrelinhas que estou fazendo segregação e facção usando esse tema de endereço no blog.
Pois bem vou explicar, quem sabe você também não possua essa dúvida. Quando escolhi esse titulo para o blog, escolhi depois de muita pesquisa e estudo quando falo de inclusão diferente é exatamente isso que quero dizer, porém o diferente vem de uma linguagem e temática diferenciada.

Atriz cega de 'Caras e Bocas' quer voltar a atuar mas não encontra oportunidades.



Danieli Haloten, 31 anos, a atriz cega que ficou conhecida como a personagem Anita em "Caras e Bocas", quer voltar a atuar mas encontra poucas oportunidades para deficientes visuais em novelas. Ela contou, em entrevista ao blog de Patrícia Kogut, do jornal "O Globo", que, atualmente, planeja um programa de entrevistas chamado "Toalete".
"Até queria continuar atuando, mas há muito estigma em torno dos deficientes visuais.




Pessoal da paz, a nossa vida enquanto pessoas com deficiência é pautada por desafios, enfrentamos esses desafios diariamente e na maioria dos casos vencemos, porque temos em nós o gene da eficiência e superação, com base nisso gostaria de propor um grande desafio para você. 







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