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NOIVO CADEIRANTE SURPREENDE E NÃO ABRE MÃO DA DANÇA EM SEU CASAMENTO

NOIVO CADEIRANTE SURPREENDE E NÃO ABRE MÃO DA DANÇA EM SEU CASAMENTO

Noivo cadeirante emocionou os convidados ao dançar no casamento em Cruzeiro (SP). A celebração, no último sábado (29), reuniu cerca de 100 pessoas, entre amigos e familiares do casal. 

O vídeo da dança foi compartilhado pelos convidados nas redes sociais e já foi visto mais de mil vezes.

A dona de casa Jéssica e o militar aposentado Lucas Gonçalves, de 22 e 27 anos respectivamente, se conheceram durante uma procissão religiosa e começaram a namorar em 2013. Em 2015, Lucas sofreu um acidente de moto e ficou paraplégico. O imprevisto, segundo eles, serviu para aumentar ainda mais a cumplicidade do casal.

"Eu fui morar na casa da mãe dele para cuidar dele. Isso nunca foi um problema para a gente. É normal para mim, meu amor nunca chegaria ao fim só porque ele perdeu os movimentos das pernas", afirmou Jéssica.

Quando decidiram se casar, os noivos decidiram que não iriam abrir mão da primeira dança, mesmo com as limitações.

"Eu sempre gostei muito de dançar e depois do acidente não dancei mais. Vi que cadeira não é um impedimento. Não impede a gente de viver", disse noivo.

Ensaios

Os ensaios começaram duas semanas antes do casamento e contaram com ajuda de uma amiga do casal, que é professora de educação física. O noivo gostou tanto de dançar que quis dançar mais de uma música e escolheu ritmos diferentes. A apresentação toda durou cerca de oito minutos.

Os noivos contam que os convidados ficaram emocionados. "Ninguém esperava, ficou muito bonito e algumas pessoas até choraram. Nos divertimos fazendo, foi um momento muito especial" disse Jéssica. "Estou orgulhoso", completou Lucas.

Fonte: G1
Paulo durante prova. Ele detém o recorde do salto com a marca de 1,81 metros (Foto: Leandro Martins/MPIX/CPB)

ATLETA COM BAIXA VISÃO SUPERA DESAFIOS E DISPUTARÁ MUNDIAL DE ATLETISMO

O sonho de seguir profissionalmente no atletismo foi abandonado por um tempo pela falta de apoio que Paulo Henrique Andrade dos Reis, 18, enfrentava para seguir no esporte. 

Paulo chegou a desistir, mas deu a volta por cima e disputará mundial

Porém, os bons resultados trouxeram o reconhecimento e o rapaz, que antes estava em dúvida, hoje tem vaga garantida no Mundial de Londres, em julho, e busca um lugar nas Paraolimpíadas de Tóquio, em 2020.

Paulo, que é natural de Dourados - distante 233 km de Campo Grande - nasceu com baixa visão, se interessou pelo atletismo aos 12 anos na escola, participando de provas de corrida longa. “O Antônio Pietramale, meu técnico, soube de mim por uma coordenadora e se interessou. Como cresci muito não deu para continuar na corrida, por isso ele me chamou para praticar o salto em altura e deu certo”, explicou.

O primeiro campeonato nacional foi disputado em 2011, e desde então Paulo venceu duas vezes a competição escolar e três o Circuito Caixa de Atletismo na categoria adulto, classe T13. Mesmo com tantas medalhas, o amor pelo salto demorou para conquistar o rapaz.

“No início eu tinha medo de saltar e me jogar para o colchão, não queria fazer o salto de jeito nenhum. Meu técnico teimou que essa era a minha prova e deveria tentar de tudo. Fui perdendo o medo e achando a prova muito técnica e bonita de ver, então me conquistou aos poucos”.

Levou pouco tempo até que os bons resultados viessem. Paulo detém o recorde do salto com a marca de 1,81 metros, conquistado no mês passado durante a disputa do Open Caixas Loteria. Foi com esse resultado que ele garantiu a vaga no mundial de Londres, que acontece em julho.

“A marca era de 1,71 metros, e desde o ano passando eu venho quebrando recordes. Até agora não caiu muito a ficha, vai cair em Londres quando estiver para entrar na competição. É uma sensação muito boa, me sinto realizado”, comemorou.

A rotina de treinos inclui cinco dias de trabalhos na semana divididos em dois períodos, levando cerca de quatro a seis horas diárias. O próximo sonho a ser realizado é conseguir uma vaga nas Paraolimpíadas de Tóquio em 2020. Para buscar completar essa meta, Paulo largou o emprego em um frigorífico e vem se dedicando 100% ao esporte.

“É um pouco arriscado [deixar o trabalho], pode dar certo e pode não dar. É um sonho chegar as Paraolimpíadas, mas vejo como algo real. É a minha vontade e vou me dedicar para estar em Tóquio. Espero que consiga melhorar daqui para o ano que vem, conseguir uma renda pelo atletismo e um patrocínio bom”, finalizou.

Fonte: Campo Grande News
TOP MODEL SUPERA DEFICIÊNCIA AUDITIVA E FAZ VÍDEOS DE DANÇA

TOP MODEL SUPERA DEFICIÊNCIA AUDITIVA E FAZ VÍDEOS DE DANÇA

A MODELO BRENDA COSTA ENSINA SEU RITMO

A história da modelo brasileira Brenda Costa (32) poderia ser um filme.

Ela nasceu surda, sofreu preconceito, lutou para conseguir falar, venceu no mundo da moda, casou com um bilionário inglês e teve dois filhos lindos. “A melhor terapia é viver”, diz.

Mas, mesmo sentindo-se realizada, Brenda não quer saber de final feliz por enquanto. Mais uma vez, ela é exemplo de superação provando que, mesmo com a sua deficiência, é possível dançar com ritmo, por meio da campanha #espiritolatino. “Vou divulgar através de vídeos a música latina e mostrar o poder do nosso povo que tem garra, que tem fé e que se reinventa”, festeja Brenda, no Gran Meliá Rio, em temporada no Brasil.

Casada há 10 anos com o inglês Karim Al-Fayed (33), que também é deficiente auditivo, cuja família fez fortuna com a loja Harrods, na Inglaterra, e hoje possui o time de futebol Fulham FC e o Hotel Ritz, de Paris, a top mora em Londres com os filhos, Antonia (9) e Gabriel Antonio (2), e atualmente, além dos vídeos de dança, tem contrato com uma multinacional de cosméticos e está escrevendo seu segundo livro.

Ela já publicou a biografia Bela do Silêncio. “Quero acabar com o preconceito. Quando você tem coragem, chega onde quiser”, reforça Brenda que, em 2006, fez cirurgia de implante coclear, dispositivo eletrônico colocado no cérebro para auxiliar a audição.

Onze anos após a cirurgia, como está a vida?

Estou falando tão melhor que dou palestras incentivada por meu assessor, Abidon Kaifatch. Também consigo ter ritmo para dançar, sinto mais as batidas.

Existiu uma preocupação da sua parte de as crianças herdarem a deficiência auditiva?

Sim, claro. Mas nasceram superbem. Porém, se fosse ao contrário, iriam superar como aconteceu comigo. Minha mãe, Fátima Alves, sempre trabalhou muito para que eu fizesse terapia da fala, fono, fiz escolas normais, estudei moda. Antes de casar, já tinha dado um apartamento para ela.

Antonia e Gabriel compreendem a sua deficiência?

A natureza é sábia. A mais velha, antes de um aninho, não chorava. Ela me cutucava quando queria algo. Mais crescida, me avisava quando a campainha tocava. E agora virou uma superirmã.

Como o marido reagiu aos seus vídeos de dança?

Depois que tive nossa filha, Karim não queria que eu fizesse mais campanhas de biquíni. Acabei fazendo, mas depois pensei que tinha que respeitá-lo, pois ficava chateado. Porém, após o nascimento do Gabriel, me deixou mais à vontade. É meu maior fã.

Como a cultura brasileira é presente em casa?

Falamos português em família. Voltamos para cá com certa frequência, inclusive fizemos o aniversário do Gabriel aqui esses dias. E minha mãe vai para Inglaterra nos ver, fazer feijão, brigadeiro...

Pretende ter mais filhos?

Pode ser que adotemos.

Fonte: Caras

Laís Souza Pode Voltar a Andar. Por que essa Esperança não é para  Todos os Deficientes?

LAÍS SOUZA PODE VOLTAR A ANDAR. POR QUE ESSA ESPERANÇA NÃO É PARA TODOS OS DEFICIENTES?

Antes de começar o artigo, nos ajude curtindo e compartilhando nossa pagina no facebook, obrigado!

Olá, pessoal!

Hoje trazemos a matéria que Laís Souza deu sobre a possibilidade de voltar a andar por meio da tecnologia das células tronco.

O Blog Inclusão Diferente quer saber qual a sua opinião a respeito dessa tecnologia. Temos conhecimento que algumas correntes da sociedade têm a respeito dessa temática e que buscam impedir os avanços nas pesquisas.

Mas e você? O que pensa a respeito?

O que você acredita que esteja faltando para que esses estudos avancem e cheguem a mais Pessoas com Deficiência que necessitam dessa esperança?

Deixe seu comentário ao final do texto nos mostrando seu ponto de vista sobre esse tema bem controverso.

HÁ CHANCE DE EU VOLTAR A ANDAR”, CONTA EX-ATLETA LAÍS SOUZA

Laís Souza Pode Voltar a Andar. Por que essa Esperança não é para  Todos os Deficientes?
Faz pouco mais de um mês que a ex-atleta Laís Souza, 28 anos, voltou dos Estados Unidos com essa notícia na bagagem. No início de fevereiro, Laís esteve em uma consulta com o médico Barth Green, do Miami Project, e ouviu dele a informação de que existe a possibilidade de que ela ande novamente. Em 2014, ela ficou tetraplégica depois de um acidente enquanto treinava para as Olimpíadas de Inverno que, naquele ano, aconteceram em Sochi, na Rússia.

Green, o mesmo médico que cuidou do ator Christopher Reeve, acompanha os progressos que Laís vem experimentando a partir do tratamento pioneiro ao qual ela foi submetida usando células-tronco. A ex-atleta brasileira foi a primeira pessoa nos Estados Unidos a obter uma autorização da Food and Drug Administration – agência americana responsável pela liberação de drogas e tratamentos –  para usar células-tronco em terapia de lesão medular.

Na entrevista a seguir, ela relata as vitórias e tristezas três anos depois.

Como você conseguiu realizar seu mais progresso mais recente?

Usei um extensor que deixa o joelho estendido. As pessoas o utilizam para ficar em pé depois que fazem cirurgia para o joelho. Já ficava de pé, mas com a tala pude fazer coisas a mais com o braço. Ele fica mais solto, o que me permite executar alguns movimentos.

No vídeo dá para ver que você faz um esforço enorme.

Nossa… Fiquei muito feliz. Por isso que postei. A minha pressão não caiu! Fiquei sem desmaiar! Por causa da lesão, minha pressão fica baixa na maior parte do tempo, e quando mudo de posição, quase sempre ela cai.

Que outros sinais de avanços você está conseguindo observar?

Sinto algumas coisas. Algumas áreas no meu braço trepidam, o dedo mexe um pouco, o tríceps pula bastante. Parece que está fibrilando, sabe? E sei que a força do meu abdome e das minhas costas também está muito melhor.

Quando essas sensações aparecem, o que passa pela sua cabeça?

Sentir alguma coisa é sensacional. Até mesmo uma dor que às vezes sinto quando fico tentando muitas vezes passar a mão no rosto ou na perna. Dói, mas não estou nem aí para a dor.

Os treinos deixaram você preparada para lidar com essa sensação?

A dor fez parte do meu aprendizado. Os treinos são acompanhados de muito sofrimento por causa das lesões, os calos na mão. Treinei muito com bolha se abrindo…Isso tudo me deixou com uma armadura que hoje me ajuda a enfrentar o que estou vivendo.

O que mais o esporte ensinou a você? Disciplina?

Ah… (risos). Não sou muito disciplinada, educadinha… Sou meio pancada. Às vezes invento de mudar, de querer fazer os exercícios de fisioterapia de outro jeito. Fico dizendo que podemos tentar isso, aquilo… E meu fisioterapeuta aqui (Robson Lopes) foi o maluco que deu ouvido às minhas invenções. Para um cadeirante não tem protocolo a ser seguido, não tem cartilha. Se estou com vontade de alongar, a gente alonga. Se não dá para treinar no dia, não treino. E a galera toda entra no meu clima.

No mês passado você esteve nos Estados Unidos para mais uma consulta de acompanhamento do tratamento que fez usando células-tronco (elas foram extraídas da medula óssea de Laís, multiplicadas em laboratório e reinfundidas. A esperança é que ajudem na reparação das lesões na medula espinhal da ex-atleta). Qual foi a impressão dos médicos?

O dr. Barth (Barth Green, do Miami Project, importante centro mundial de tratamento e pesquisa da paralisia) acredita que há chance de eu voltar a andar. Fiquei muito, muito feliz. Ele falou em inglês, eu fiquei lá toda concentrada para conferir se era aquilo mesmo que ele estava me dizendo. E era. Quando traduzi para minha mãe (Odete), o coração dela pulsou mais forte.

Como ele justificou essa previsão?

Ele disse que a lesão é pequena e que sou muito nova. Conforme o tempo for passando e eu continuar progredindo, vão surgir outros avanços que me ajudarão ainda mais.

Três anos depois do acidente, como foi ouvir isso do médico?

Gosto de viver com o pé no chão, mas quando um médico tão grande quanto ele fala isso, que eu tenho a possibilidade de voltar a andar com a evolução das coisas, não tem como não ter esperança. Eu nunca a perdi. E agora ele a reacendeu um pouco mais.

No seu período de internação você já deu sinais de que sua recuperação era surpreendente.

Sim. Muitos diziam que pelo grau do meu acidente era mesmo para eu não estar sentindo nada, me alimentando por meio de sonda. Mas meus médicos me incentivaram. Diziam ‘ela vai conseguir sair do respirador’ e quando achavam que não conseguiria, eu saí. E eu mesma me surpreendia com minhas pequenas vitórias. Tentava cantar ou eu me alimentar sozinha, por exemplo. Aos poucos fui provando que eu era capaz de fazer isso.

Sua luta inspira muita gente. Você tem consciência disso? Recebe muitos pedidos de ajuda?

Não tenho essa consciência assim tão forte. Mas recebo muitos pedidos de auxílio, de pessoas querendo saber o que eu faço, o nome do meu médico das células-tronco.

Isso cansa você?

Digito as respostas com a boca e às vezes fico exausta. Aí peço desculpas quando não consigo mais.

“Guerreira” é uma das palavras mais frequentes que se ouve a seu respeito. Você se considera uma guerreira?

Acho que sim. Todos os dias abro olho e penso: ‘hoje vou me levantar’. Deixo o chinelo na beira da cama porque sempre penso que no dia seguinte vou me levantar.

E como lida com a frustração de não ver isso acontecer até agora?

Não passo só por essa frustração. Tem a decepção de querer sair com as amigas e não conseguir porque o lugar não é acessível para cadeirante, por exemplo. Isso me deixa triste. Ou coisas mais simples, como deixar o cabelo do jeito que eu gosto e não poder fazer isso.

Nesses momentos, o que você faz para superar a tristeza?

Vejo minha família toda me apoiando, meus amigos. Tento ultrapassar a dor e realmente olhar as coisas positivas. Paro e penso: ‘calma, vamos pensar no que é possível fazer’. Aprendi que tenho que planejar minha vida a adaptando para o meu problema. Eu podia ficar na cama chorando, mas tive muita sorte porque desde que sofri o acidente não houve um dia que não tenha passado um anjo na minha vida para me trazer palavras de força.

Quais foram os momentos mais difíceis até agora?

O primeiro ano teve muitos momentos muito difíceis, de querer parar com tudo. No hospital, por exemplo, a hora de limpar a traqueostomia era bem complicada. Tinha mais dor… Enquanto essas coisas não estavam assentadas, tinha horas que eu não queria mais, achava que não ia dar mais para mim. Foi um período de adaptação difícil para mim, minha família e meus amigos. Enquanto isso não melhorou não fiquei tranquila.

E hoje?

Tenho muitas dores nas mãos e no pescoço. São fortes. E eu odeio tomar remédio, mas tenho que tomar.

E a sua relação com seu corpo?

Não gosto do meu corpo. Tem coisas que me incomodam.

O que, por exemplo?

Meu quadril está mais largo. Eu tinha o corpo muito estruturado e hoje isso me incomoda. Por vaidade mesmo.

Você já namorou depois do acidente?

Sou bissexual. Depois do acidente tive um período de aceitação física minha e simplesmente não quis me envolver com ninguém. E continuo fechada para essas coisas. Meu coração está vazio.

Qual seu principal aprendizado após o acidente?

Uma lição que tirei é que não é porque estou na cadeira de rodas que eu vou ficar parada. Também aprendi a pensar mais antes de agir. E a pensar mais no próximo também. Isso é essencial para ter uma convivência mais apaziguada.

Por que escolheu a Psicologia para estudar?

Pensei em uma profissão que eu pudesse exercer sem me mexer. Comecei agora e estou gostando. Ainda tem uma adaptação, não sei como será minha forma de estudo, se vou escrever usando um computador… Não sei também como farei as provas.

Pela sua experiência, como o Brasil trata o cadeirante?

As autoridades precisam conhecer melhor nossa realidade. Devem ficar mais atentas com calçadas e ruas, por exemplo. Na semana passada, descemos numa rua que tinha rampa de um lado e não no outro.

Como a cadeira ia subir do outro lado?

Temos que continuar na luta para abrir os olhos das autoridades e da sociedade como um todo.

Como você está conseguindo pagar seu tratamento?

Tenho uma pensão que recebo do governo e também dou palestras.

Quanto você recebe do governo?

O que ganho paga meus remédios. Mas com certeza não é suficiente para as outras despesas. Sustento minha família, que está aqui para me ajudar. Meu fim de mês acaba no vermelho. Se eu não for atrás de ganhar dinheiro, as coisas complicam.

Assim que as Olimpíadas acabaram, muitos atletas ficaram sem patrocínio e estão passando por situações difíceis agora. O que pode ser feito para mudar essa prática tão comum no Brasil?

Próximo de um grande evento é natural que todas as empresas queiram estar lá. Passou o calor, é difícil que elas continuem. Elas não pensam com o coração. Entendo esse pensamento, mas as companhias deveriam pensar um pouco mais com o coração e fazer contratos de patrocínio mais longos. Mas estamos muito longe de chegarmos no nível do que acontece no futebol.

A ginástica sofre bastante?

Sim. A maioria mora longe, pega ônibus, paga a comida do bolso para competir pelo clube.

O que você gostaria de dizer ao País que lhe admira tanto?

Continuem rezando, torcendo por mim. E que continuem fortes. Estou aqui sem movimento, passando por coisas muito difíceis. Mas todos têm problemas. E é possível enfrentá-los.
*Fonte: Istoé

E aí, o que achou da entrevista?

Vamos todos torcer para que Laís consiga seu objetivo, não é mesmo?

Enquanto aguardamos o resultado, vamos pensar:

Por que essa oportunidade de teste não é estendida a mais pessoas? O que está faltando para que mais Pessoas com Deficiência possam ter a mesma oportunidade.

Deixe seu comentário nos falando o que pensa a respeito.

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 Até mais! Forte abraço!
A Magia de ser Mulher, e com Deficiência!!!

A Magia de ser Mulher, e com Deficiência!!!

Já  começo este texto falando, como é difícil ser mulher!!!!! A gente se preocupa com tantas coisas, cabelo, unhas, maquiagem, sapatos, roupas, depilação, peso, saúde, pele, enfim a mulher tem um mundo particular, vasto, enorme. A gente, mulher, quer se sentir bem, linda, atraída, desejada, não pelo homem, mas pela a gente mesmo, isso é fundamental para nossa vida. Quando estamos bem, brilhamos mais, é algo inexplicável, é uma magia, coisas de mulher, que não tem como colocar em palavras. 

E no caso da mulher com deficiência, como é???

É igual gente, não tem muita diferença, buscamos todos esses desejos também, apesar de sociedade achar que não, que para a gente é diferente, que vale qualquer coisa. Como sempre, vou me usar como exemplo, eu adoro usar salto, claro que não é qualquer salto, tenho todo um jeito de comprar meus sapatos, tem aquele que abre a boca, para me criticar; como assim, que absurdo, você não tem que usar salto!!! oi!!!!! Por que não??? Sou mulher, igual às outras, eu gosto e vou usar, cuida da sua vida e eu cuido da minha, fechou???

A gente tem que ter a vaidade, o cuidado, ter prazer conosco mesmo, se olhar no espelho e se gostar!!!! Faz bem, a gente se sentindo bonita, encontrando o próprio charme, a sua sexualidade, te garanto que o outro também vai te olhar diferente!!!! A deficiência não é você, você tem a deficiência e pode descobrir formas de usar a seu favor.

A Magia de ser Mulher, e com Deficiência!!!

Então vamos recapitular, falando agora para a mulher que tem uma deficiência e não se cuida, acredita que é uma perda de tempo; vai, contudo, entra nesse universo fantástico da mulher, se enxergue, se encontre, encontre a sua beleza!!! Vá ao salão, faça um corte de cabelo que combine com seu estilo, faça tudo que você achar necessário e faça isso sempre, se valorize.

Ai, eu te garanto que as coisas vão melhorar. Não é magica, você não vai simplesmente mudar de vida e ir para o país das maravilhas.. Você vai simplesmente se cuidar, buscar aquele lado seu, que você acha que não tem, por causa da deficiência

Olha, não digo que aqueles homens inconvenientes, que ficam mexendo com as mulheres na rua, vão começar a mexer com você, pois ai entrar a questão, que já falamos aqui no blog, o padrão de beleza, que a gente não se encaixa.  No entanto, você encontrando a sua beleza, seu charme, a sua sexualidade, com certeza você vai chamar a atenção de gente certa, pessoas que vão te valorizar!!!!  
Eu falei de salão de beleza, porém foi um exemplo, têm pessoas que vão se encontrar de diferentes formas...

Comecei o texto, falando que é difícil ser mulher e é mesmo, mas eu acho magnífico, genial, somos capazes de coisas inimagináveis!!! Você que é mulher e ainda não embarcou nesse mundo, vem já!!!!!


Um texto de Damião Marcos e Carolina Câmara.
As Pessoas com Deficiência e seus Medos.

As Pessoas com Deficiência e seus Medos.


Eu particularmente tenho vários medos, quero falar hoje, sobre medos, que no fundo todo mundo tem. Mas eles se afloram mais nas pessoas com deficiência, pela questão da própria deficiência, por como a sociedade lida conosco, enfim por motivos vários e reais.

Vou citar alguns medos:

  • Medo que os pais morram, e ai, como vai ficar??
  • Medo da própria sexualidade, eu desejo, eu tenho, eu quero, mas e aí, como vai ser??
  • Medo do futuro, eu vou conseguir ser alguém??Ter uma profissão??Trabalhar??
  • Medo de ir em busca dos seus sonhos, porque acredita que a deficiência é uma barreira!!!!!
  • Medo de ir para rua procurar trabalho.
  • Medo de namorar, será que vou conseguir ou vou levar um fora??
São tantos medos, uns se tornam angústia, pois são pouco falados, trabalhados, porque passam despercebido pela sociedade, pelo dia a dia, e até pela ignorância de muitos... 

Então, a gente aqui no blog, resolveu trabalhar com esses medos, fizemos um e-book especial, falando primeiro dos medos dos pais em relação ao filho com deficiência. Estamos estudando, para escrever o segundo e-book, trabalhando os medos específicos das pessoas com deficiência...
Qual é o seu medo.

Para isso, queremos e precisamos da sua colaboração, dê sua opinião nos comentários sobre o que acha do assunto, se você leu o nosso primeiro e-book, conte pra gente, o que achou!! Ah, compartilhe com a gente, os seus medos, por favor!!!!!

Um texto de Damião Marcos e Carolina Câmara.

Novidade


Saiba mais sobre essa grande novidade o e -book: O medo no Mundo das Deficiências, dentro do Mundo Real. Clique aqui

Ser bem resolvido com a deficiência, já falo logo, não é fácil ter uma deficiência, aceitar e assumir tudo que acarreta uma deficiência.

Eu Sou bem Resolvido com a Minha Deficiência.

Se aceitar é fundamental.


Quando eu falo em assumir, me refiro a não se esconder, não inventar desculpas, em saber que o pessoal vai te olhar na rua, que vai ter que, sempre provar a sua capacidade, saber que precisa de ajuda para um monte de coisas e assim por diante... A pessoa com deficiência não pode se fazer devitima, pelo contrário, tem que assumir uma postura, não agressiva, mas precisa mostrar que é um sujeito, que tem que ser respeitado e olhado. Precisa ter voz, falar, explicar, gritar, deixar claro que ele não é um objeto!!!!!

Eu demorei muito para me resolver com a minha deficiência, foi uma luta!!! Eu inventava varias desculpas, o pior, é que eram desculpas para mim mesma, coisa de maluca!!!! Aí ninguém podia falar nada sobre a minha deficiência, que eu já ia para cima da pessoa para brigar, vivia revoltada... Olhar-me no espelho, era um sacrifício!!!!

Eu hoje sou outra pessoa, me olho no espelho, não me acho linda, porém não sou de jogar fora, os movimentos involuntários, dão um toque especial no meu físico... Ah, cuido do peso, não rola ficar gorda e com uma deficiência, ai é demais!!!!!!! Falo sobre a minha deficiência, sem nenhum problema, respondo qualquer pergunta, se alguém quiser, pode perguntar. Faço questão, sempre, de mostrar que, apesar da sociedade dizer que não participo ativamente do mundo, sou um ser humano comum e ativo. O meu discurso desafia a sociedade, dizendo que ela tem que olhar e aceitar a pessoa com deficiência, mesmo que seja difícil para ela, tendo que mudar os padrões. A pessoa comdeficiência faz parte da sociedade, isso é real!!!!! 

Se aceite e busque aceitação da sociedade.

Agora voltando para mim e para minha deficiência, claro que ainda tem momentos que ela me enche o saco, a paciência, que eu brigo, pois não é fácil. É utopia achar que vamos lidar com a deficiência, sempre, muito bem, ela é chata, precisa ter jogo de cintura, tentando equilibrar tudo. Mas sou sim bem resolvida com a deficiência e isso faz toda a diferença na minha vida!!!!

E você é bem resolvido (a) com a sua deficiência?

Por Damião Marcos e Carolina Câmara.

Pauline Victoria Aughe, 36, é casada, tem um filho e hoje viaja o mundo com palestras motivacionais: “Se eu consegui alcançar tudo que alcancei, todo mundo consegue”.


Mulher que Nasceu sem os Braços e as Pernas posta Vídeos Inspiradores para Mostrar que tudo é Possível.
Pauline mostra como dirige a van adaptada para ela (Foto: Reprodução/ YouTube)


A trajetória de Pauline.


“Meu nome é Pauline, me sinto abençoada por ser mãe, esposa, empreendedora e advogada, mas faço tudo isso de uma maneira um pouquinho diferente porque nasci sem os braços e as pernas”. É assim que Pauline Victoria Aughe, 36, se apresenta. A americana, que hoje mora no Havaí, viaja o mundo com palestras motivacionais.

Ela explica ao “Daily Mail” que seus pais, militares americanos, só souberam da sua limitação no parto, quando nasceu sem os braços, sem a perna direita e sem osso na coxa esquerda. Os exames pré-natais não indicavam nenhuma alteração. Especialistas acreditam que isso pode ter ocorrido por duas razões. Sua mãe tomou remédio por sofrer com enjoo severo durante a gravidez. Ela também trabalhava num hospital e, frequentemente, era exposta ao raio-x. Ainda assim, são apenas suposições.

Quando criança, o pai de Pauline indicou o uso de próteses, mas como demandava muito esforço ele mesmo sugeriu que ela usasse aquela energia em algo mais importante do que andar. E foi isso que Pauline fez. Frequentou a escola regular e diz que sempre levou uma vida normal. “Quando adolescente, eu fiz tudo que podia – namorei, pratiquei esportes… Acho que como nunca soube como era ter braços e pernas, fazer as coisas da maneira como fazia, era normal para mim.” Ela se formou em jornalismo na Califórnia, mas acabou se tornando uma advogada em prol de pessoas com deficiência.

Em 1998, conheceu o marido, Ted Aughe, motorista que trabalha com o transporte de pessoas com dificuldades motoras. Não demorou muito tempo para se apaixonarem e, em 2002, eles se casaram. “Eu era uma noiva típica. Foi um dia lindo”, conta. Em 2005, mais uma grande notícia: Pauline descobriu que estava grávida. Quando deu à luz a Aaron, contou com a ajuda do marido e dos enteados, frutos de outro casamento de Ted.

Mulher que Nasceu sem os Braços e as Pernas posta Vídeos Inspiradores para Mostrar que tudo é Possível.
Pauline e Ted no dia do casamento e quando Aaron nasceu (Foto: Reprodução/ YouTube)

Não foi fácil, mas deu tudo certo. Mesmo com os desafios enfrentados ao longo da vida, Pauline se diz uma pessoa otimista. “Para mim, simplesmente não existe a palavra não. Certamente aprendi isso ao ter o meu filho. Se eu consegui alcançar tudo que alcancei, todo mundo consegue”



Bailarina com Perna Amputada volta a Dançar Balé após Prótese Inédita.


 Bailarina com Perna Amputada volta a Dançar Balé após Prótese Inédita.


Não há relatos na literatura de prótese para balé clássico, afirma especialista. ‘Pra mim é um milagre’, conta Melina Reis, que renovou sonho em Campinas.

Uma prótese de ponta de pé específica para dançar balé clássico devolveu à Melina Reis um sonho de criança. Após um acidente de carro há 13 anos, mais de 30 cirurgias e complicações, a bailarina sofreu uma amputação na perna esquerda. O desafio de voltar a calçar as sapatilhas foi abraçado por um especialista em próteses de Campinas (SP).

O molde foi feito a partir do pé normal de Melina. Foi preciso aplicar conceitos de biomecânica e cálculos matemáticos para buscar uma inovação na área.

“Eu fiz uma varredura na literatura e não tem nada publicado em relação a confecção de pé para uso em sapatilha de ponta para a realização de balé clássico”, conta o médico especialista em próteses José André Carvalho, diretor do Instituto de Prótese e Órtese de Campinas.

O esforço no desenvolvimento da prótese e também na adaptação garantiu à Melina o retorno às aulas de balé em menos de uma semana após o fim dos testes com o novo pé de bailarina.
“Para uma bailarina, o sonho sempre é subir na ponta. (…) Pra mim é um milagre. É algo totalmente fora daquilo que eu poderia imaginar que poderia acontecer na minha vida”, desabafa a jovem.

Angústia

A postura e a beleza foram aliadas de Melina, que chegou a trabalhar como modelo e se dedicou por anos ao balé desde a infância. O acidente que sofreu foi uma colisão entre dois veículos em um cruzamento, e afetou diretamente uma das pernas.


“O carro pegou em mim, pegou na minha perna, bati o rosto. Voei não sei quantos metros pra frente. Foi algo assim… bem triste”, lembra Melina, que ficou quatro meses internada na época.

Amputação e a primeira prótese


Há um ano, após passar por complicações na perna afetada e sofrer a amputação, Melina passou a usar uma prótese no lugar do pé esquerdo. A pergunta se o sonho de menina havia se perdido para sempre era inevitável.
“Foi a primeira coisa que eu perguntei: Eu vou poder voltar a dançar? Vou poder voltar para o balé?”, conta.

Prótese rara


O caso de Melina chegou até o especialista José André Carvalho. Ela precisava de uma prótese muito específica, de um pé na posição de ponta, essencial para os passos de uma bailarina de balé clássico.

Usando resina, fibra de carbono e gesso, Dr. Carvalho conseguiu atingir o resultado que ela esperava, mas esse era só o primeiro passo em busca da perfeição em cada movimento.
“O desafio é ela conseguir se manter equilibrada sobre a prótese usando como área para apoio 1cm²”, explica o especialista.


Após testes e alguns ajustes, devido à diferença de altura, por exemplo, a prótese ficou pronta e se encaixou perfeitamente dentro de uma sapatilha de balé clássico, do jeito que ela queria.
“A maior dificuldade é o nervosismo, a emoção, que não dá para controlar muito bem, e a questão do equilíbrio mesmo”, conta Melina.

De volta aos ensaios

Poucos dias após o fim dos testes, Melina já se misturou a outras bailarinas, com o mesmo porte e dedicação, em aulas de balé. E virou referência de superação para as demaisalunas.

“Foi maravilhoso. Eu me senti viva de novo. Parece que estou vivendo um sonho, nem parece que é verdade” diz emocionada.

Fonte: G1


Este post, eu estou começando a escrever e não sei ainda aonde vou chegar, estou sem rumo, sem tema pré-definido. Sabe quando você pega o carro e sai sem destino????

Dirigindo para a aceitação!!!!!!

Nossa, eu sempre quis fazer isso, mas infelizmente, é impossível, por causa da bendita deficiência, eita, coisinha que atrapalha a vida de quem tem e também das pessoas, bem próximas, pai e mãe.. Pensando nisso, em dirigir, é algo que eu tenho vontade, na época dos 18 anos, que todo mundo costuma tirar carteira de motorista, eu senti muito.

Veja, na época, eu, ainda, não aceitava a deficiência, sofria, não achava solução para nada, tinha vergonha do meu corpo "doido”, de mim, era um medo de mim mesmo. Vivia revoltada, deixa explicar um ponto aqui que considero importante você saber; eu estudava, tinha amigos, ia pras baladas, enfim tinha uma vida comum. No entanto tudo, tudinho, eu reclamava, brigava, gritava, chorava, vivia de mal com o mundo!!!!! Doía, eu lembro bem, ardia muito e "aparentemente", não havia remédio, eu não podia ser igual aos outros!!!

Não podia e não posso, porém com o tempo, acho que eu fui cansando de fazer guerra comigo mesmo e fui me olhar, olhava e pensava corpo estranho, mas sou eu!! Eu gosto de viver, logo preciso do corpo estranho para viver e tem muita coisa que eu posso experimentar e outras, eu posso adaptar, dá um jeito... E aí, fiz as pazes comigo mesma, o meu mundo ficou mais colorido, mais simples e mais fácil...

Não foi da noite para o dia, foi um processo, meus pais, meus irmãos, a maturidade e outras coisas a mais, foram fundamentais.

Dizer que não sofro mais pela deficiência, é mentira, só que não é aquela coisa toda, tento sempre me adaptar de alguma forma. Dirigir, bem que gostaria imensamente, mas é impossível, então eu tenho que procurar o que eu posso e tento ser a melhor!!

Não posso sair dirigindo sem destino, contudo posso sair escrevendo sem saber aonde vou chegar!!!! Acho que fui bem, não????
Por Damião Marcos e Carolina Câmara.
Outro dia, estava conversando e a pessoa levantou a seguinte questão: As pessoas têm certo receio que a pessoa com deficiência, possa se sair melhor do que o outro que não tem deficiência?


Esse pensamento é devido ao fato de como a sociedade reage frente a uma pessoa com deficiência, tendo a certeza de que ela (ele) é inferior, incapaz, um coitado, digno só de pena!!!!!! Eu sou contra este pensamento de que alguém tem medo de que outro, apenas, porque tem uma deficiência, seja melhor.

Acredito e vejo que ainda nem chegamos nesse sentimento ainda, nessa questão, na verdade estamos muito longe disso, falta caminhar vários quilômetros ainda. Hoje, o raciocínio, ainda, é de que somos invadidos mesmo, incapazes, somos café com leite.

Receio, medo, de que??????? Ser melhor, impossível!!! Se eu não tenho ferramentas, para viver na mesma sociedade. Para ser melhor, antes é preciso muita coisa, como por exemplo, ser visto enxergado, viver na mesma sociedade, ser um sujeito, ter as mesmas oportunidades, claro que, com equidade, participar da sociedade.

E ai sim, a gente pode entrar na concorrência, que é normal no ser humano, de querer, sempre, ser o melhor e ai, lógico, o cara competitivo, vai ter esse tipo de pensamento, “eu tenho que ser melhor que ele, poxa ele tem uma deficiência”. Mas ai, beleza, normal, não tem jeito, vivemos no mundo competitivo, cheio de inveja, egoísmo e buscamos nas fraquezas do outro, a nossa força e até nossas conquistas.


Eu espero que a gente chegue nesse pensamento, vai ser sinal, que estamos em uma sociedade inclusiva de verdade e se ele tem medo mim, é porque me reconhece enquanto pessoa e sabe que sou capaz!!!!!!!!

Seu pensamento também é esse?


Texto de Damião Marcos e Carolina Câmara.

Ser mulher, por si só, é bastante trabalhoso, afinal é preciso se desdobrar em diversas funções no trabalho, em casa, com os filhos, nos estudos, entre outras atividades. Para as mulheres que possuem algum tipo de deficiência, a rotina é ainda mais desafiadora, já que, além de dar conta de tudo o que uma mulher costuma fazer, ainda precisam lidar diariamente com dificuldades de acessibilidade e com manifestações de preconceito.

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