TESTE

A lei de cotas e o Subemprego.

Publicado em 27 fevereiro 2012 por Damião Marcos
Olá pessoal da paz! Esse novo texto na verdade é uma espécie de continuação da matéria, Empregos para pessoas com deficiência? Onde falamos de subempregos para deficientes, estamos dando continuidade porque entendemos que esse assunto é de extrema importância, portanto leiam participe e, por favor, pelo amor de Deus deixe o seu comentário no final da matéria.


A lei de cota nas empresas é para que elas aceitem e contratem pessoas com necessidades especiais. É, fizeram a lei com intuito de integrar essas pessoas na sociedade, pois se não fosse ela, pouquíssimas empresas iriam empregar pessoas com necessidades especiais, isso é fato!

Então a lei de cotas é uma boa ideia?

Por um lado, sim ela é boa, oferece oportunidade para as pessoas deficientes terem um emprego e um salário e acima de tudo dignidade.  Mas por outro lado, a lei de cotas mostra claramente o preconceito, pois obrigam as empresas a aceitarem as pessoas. Outra coisa que eu percebo é que as empresas reservam somente algumas vagas para contratar pessoas com necessidades especiais. Nem sempre essas vagas cabem no perfil de determinado sujeito.

Eu sou o exemplo vivo disso, tentei uma época trabalhar em RH, no entanto não consegui, pois todas as entrevistas que eu fiz, só soube depois que era para outro cargo, ou seja, subvagas ou subemprego.

Acho que a lei de cotas tem tudo para certo, mas antes disso, muita coisa tem que ser mudada, como a educação, o respeito, a atenção, e o cuidado, enfim não basta ter lei se não sabemos utilizar de forma correta!

A meu ver a lei de cotas precisa ser revista, analisada e sofrer algumas alterações principalmente no que diz respeito a subempregos.

As vagas para deficientes existem aos montes porem são para: caixas, operador de telemarketing, almoxarifado, serviços gerais, limpeza etc.

Por preconceito estético a grande maioria das empresas não contratam deficientes para os grandes cargos e salários, única e exclusivamente por questões estéticas isso precisa ser revisto, que inclusão é essa?

 Eu trabalhei muito nessa área e atendia deficientes com duas, três faculdades e até bilíngue mais por ser cadeirante ou possuir uma deficiência de impacto estético não conseguia o emprego correto que preenchesse o seu currículo acadêmico, e acabava se submetendo ao subemprego, isso é uma vergonha real que acontece todos os dias, ai eu pergunto até quando isso se dará?

O pior é que entra ano e sai ano e as coisas continuam do mesmo jeito, algo precisa ser feito.

Pessoal vamos compartilhar essa matéria enviar para a imprensa, jornais por e-mail enfim precisamos fazer alguma coisa do jeito que está não pode ficar.


Damião Marcos e Carolina Camara.








2 comentários:

  1. wellington sarraf6 de março de 2012 06:59

    As leis existem para serem "burladas". Esse é o conceito que o brasileiro mediano tem. No caso da inclusão não poderia ser diferente. O que há que ser mudado é o modo de encarar a nossa estadia no planeta, a nossa forma de convivência com os irmãos de jornada. Enquanto isso não acontece, temos que conviver com atitudes preconceituosas, discriminações sem sentido, moralismos indecentes etc...

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  2. Amigo antes de mais nada obrigado pelo seu comentário, ainda não é inscrito em nosso blog por favor se escreva no espaço acima é só colocar o seu e-mail e depois confirmar no seu e-mail pessoal e pronto com a inscrição você ainda ganha dois brindes grátis.
    Com relação a matéria você tem razão em suas ponderações a questão é que a classe de deficientes no brasil é muito desunida e fragmentada somos mais de 25 milhões divididos em sites,blogs e cuidando dos seus próprios interesses por isso que estamos nesse marasmo todo e entregues ao descaso.

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